Seja bem-vindo ao 11º CIENP – Congresso Internacional de Educação do ADE Noroeste Paulista!
Em 2026, o CIENP chega à sua 11ª edição, reafirmando seu compromisso com a formação continuada e com o fortalecimento da educação em nossa região. O Congresso será realizado nos dias 22 e 23 de julho de 2026, trazendo como tema central: “Infância, vínculos e aprendizagem” — uma proposta que convida à reflexão sobre as relações, experiências e práticas que contribuem para o desenvolvimento integral das crianças.
Nesta edição, o congresso retoma o formato com oficinas, minicursos e formações, além das tradicionais Palestras e do Painel Educativo.
O CIENP – Congresso Internacional de Educação do Noroeste Paulista é uma iniciativa do Arranjo de Desenvolvimento da Educação do Noroeste Paulista (ADE Noroeste Paulista), realizado com a colaboração de instituições parceiras, fortalecendo a união de esforços em favor da educação.
O evento representa a consolidação de um movimento coletivo pela melhoria da qualidade educacional, valorizando o regime de colaboração entre os municípios do Noroeste Paulista e o trabalho articulado entre diferentes instituições, na busca pelo fortalecimento das políticas públicas educacionais e pelo desenvolvimento da educação em nosso território.
REGULAMENTO
Serão ofertadas 43 formações, com temáticas variadas.
O registro de presença durante o Congresso é de responsabilidade do participante. A organização disponibilizará pontos de registro eletrônico em locais de fácil acesso durante os dias do evento.
Observação: Atestados médicos ou justificativas de ausência não anulam o registro de falta, sendo descontados da carga horária total do evento. O participante deverá registrar presença nos quatro momentos previstos por dia.
Em caso de dúvidas, entre em contato pelos telefones:
📞 (17) 99240-2354
📞 (17) 98144-1601
A formação "Musicoterapia: ludicidade, acolhimento e formação de vínculos" destaca o poder da música/musicoterapia como ferramentas de transformação humana e clínica. O evento aborda como a combinação de sons, ritmos, melodias e expressões lúdicas pode criar ambientes seguros para o desenvolvimento neuropsicomotor de pacientes na musicoterapia e dos alunos e das equipes pedagógicas dentro das escolas.
Oficina terá como objetivo mostrar a importância da utilização da régua, que vai muito além de medir. Apresentando os campos numéricos fundamentais na aprendizagem da Matemática no Ensino Fundamental.
Crianças com comportamento desafiador exigem mais do que correção: precisam de compreensão, manejo adequado e estratégias eficazes. Nesta oficina, serão abordados os principais aspectos do Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) e da desregulação emocional, auxiliando educadores a compreenderem a origem dos comportamentos opositores, diferenciar birras esperadas do desenvolvimento de sinais de alerta e reconhecer os fatores que contribuem para conflitos frequentes no ambiente escolar.
De forma prática e baseada em evidências, serão apresentadas ferramentas para mediação de crises, manejo de comportamentos desafiadores, fortalecimento da autoridade pedagógica e estabelecimento de limites firmes sem escalada de confronto. Uma oficina que integra conhecimento técnico, estratégias aplicáveis à rotina escolar e reflexões sobre o papel do educador na construção de um ambiente mais seguro, previsível e emocionalmente acolhedor.
A oficina tem como tema central a compreensão dos indicadores educacionais externos — como o Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada — com foco na aprendizagem, no desenvolvimento e na equidade educacional. Nesse contexto, faz-se necessário que gestores e professores compreendam o significado dos dados apresentados por esses indicadores, bem como sua relação com os direitos de aprendizagem e desenvolvimento previstos na Base Nacional Comum Curricular. A análise desses resultados permite identificar avanços, desafios e desigualdades, contribuindo para que a escola reflita sobre sua prática pedagógica e sobre as estratégias necessárias para garantir que todos os estudantes aprendam. A partir da leitura crítica dos indicadores, a escola amplia sua capacidade de planejar ações pedagógicas mais intencionais e efetivas, elaborando planos de intervenção e acompanhamento que favoreçam tanto a aprendizagem dos estudantes quanto o desenvolvimento profissional dos docentes. Dessa forma, os indicadores deixam de ser apenas números e passam a constituir importantes instrumentos de gestão pedagógica, monitoramento e promoção da equidade.
A oficina convida o educador a olhar para si com mais consciência, reconhecendo seus limites, emoções e o lugar que ocupa no sistema escolar. A partir da Visão Sistêmica, serão trabalhadas reflexões e vivências que ajudam a compreender como vínculos familiares influenciam comportamentos e relações na escola. Por meio de exercícios práticos e momentos de troca, os participantes poderão identificar padrões, aliviar sobrecargas emocionais e fortalecer sua postura profissional. A proposta favorece o autocuidado, a reorganização interna e o desenvolvimento de relações mais saudáveis com alunos, famílias e equipe, promovendo um ambiente escolar mais leve, respeitoso e equilibrado.
A formação propõe uma abordagem teórico-prática, por meios de rotação de oficinas, sobre os processos de leitura, imaginação, expressão artística e desenvolvimento socioemocional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), à luz dos princípios da educação inclusiva e da neurodiversidade. Partindo da perspectiva da neurodiversidade, aborda aspectos relacionados ao pensamento visual, ao processamento sensorial, à teoria da mente e às diferentes formas de interação com o mundo, valorizando as singularidades e potencialidades dos estudantes autistas. A partir dessas reflexões, serão apresentadas estratégias pedagógicas acessíveis que favorecem a participação, o engajamento e a aprendizagem significativa dos estudantes. A oficina contempla vivências multissensoriais, atividades desplugadas e experiências de mediação artística e literária inspiradas em obras da literatura infantil, demonstrando como a arte, a narrativa e a criatividade podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação, da imaginação, da autonomia e das relações interpessoais, ampliando as possibilidades de participação e pertencimento no contexto escolar. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a experienciar recursos e metodologias que promovam ambientes educacionais mais acolhedores, inclusivos, acessíveis e sensíveis às singularidades e especificidades dos estudantes com transtorno do espectro autista, fortalecendo práticas com intencionalidades pedagógicas capazes de valorizar as diferentes formas de perceber, sentir e interagir com o mundo.
Uma jornada pelas neurociências da aprendizagem por meio de estações vivenciais e experimentais. Em cada estação, os participantes serão convidados a vivenciar desafios, explorar conceitos e construir conhecimentos coletivamente, compreendendo como o cérebro desenvolve habilidades essenciais para a aprendizagem. O percurso abordará desenvolvimento infantil, memória, atenção, funções executivas, processamento sensorial, linguagem e leitura, conectando teoria, prática e evidências científicas de maneira significativa e interativa.
Oficina voltada à reflexão e experimentação de práticas pedagógicas que promovam aprendizagens significativas na Educação Infantil sem antecipação da escolarização. Serão abordadas as especificidades do desenvolvimento infantil, os riscos da escolarização precoce e o papel das interações, brincadeiras, oralidade e experiências no processo de aprendizagem. Os participantes vivenciarão situações-problema do cotidiano escolar e discutirão estratégias pedagógicas intencionais, alinhadas às necessidades da infância e aos princípios da Educação Infantil.
Esta oficina tem por finalidade instrumentalizar professores da Educação Infantil (desde o berçário) para que transformem materiais de baixo custo (sucata) em dispositivos de aprendizagem, sobretudo de habilidades matemáticas, respeitando a gênese do pensamento infantil. Para tanto, começaremos por apresentar os sete processos mentais básicos fundamentais para a aprendizagem matemática aplicados ao cotidiano escolar e vivenciar jogos e intervenções que promovam a autonomia e provoque o conflito cognitivo, que se caracteriza como a mola propulsora do desenvolvimento e da aprendizagem.
Em um momento em que a escola enfrenta desafios cada vez mais complexos, liderar pessoas exige muito mais do que conhecimento técnico e habilidades de gestão. É preciso compreender pessoas, administrar emoções, fortalecer relacionamentos e criar ambientes onde educadores e alunos possam desenvolver todo o seu potencial. Esta oficina foi especialmente desenvolvida para diretores, coordenadores e professores que desejam aprimorar sua capacidade de liderar com mais equilíbrio, confiança e inteligência emocional. A partir dos princípios da neurociência e da liderança positiva, os participantes irão compreender como o cérebro reage às pressões do cotidiano, como o estresse influencia decisões e comportamentos, e quais estratégias podem ser utilizadas para promover maior bem-estar e resultados mais sustentáveis. O encontro proporcionará uma experiência transformadora, permitindo que cada participante reconheça o impacto de suas emoções na forma de liderar, comunicar e inspirar pessoas. Ao longo da oficina, serão abordados temas como saúde emocional, gestão do estresse, segurança psicológica, comunicação positiva, reconhecimento, influência e construção de equipes mais engajadas e colaborativas. Além disso, os participantes aprenderão técnicas simples e aplicáveis para aumentar o equilíbrio emocional, melhorar a qualidade das relações e fortalecer uma cultura de confiança dentro do ambiente escolar. Mais do que uma capacitação, esta é uma oportunidade para refletir sobre o papel da liderança na educação e descobrir como pequenas mudanças de atitude podem gerar grandes transformações nas equipes, no clima organizacional e na vida das pessoas. Porque escolas extraordinárias não são construídas apenas por processos e resultados. Elas são construídas por líderes capazes de inspirar, acolher, desenvolver e transformar vidas.
Esta oficina aborda o brincar não apenas como um ato espontâneo de distração, mas como o eixo condutor do desenvolvimento infantil integral. Ao alinhar a ludicidade à intencionalidade pedagógica, o educador deixa de ser um mero espectador e passa a atuar como um designer de experiências significativas. Fundamentada nos direitos de aprendizagem da BNCC, a apresentação demonstra como o brincar planejado fortalece os vínculos afetivos, estimula a regulação socioemocional e potencializa a cognição, preparando a criança para as fases seguintes. O objetivo é instrumentalizar os professores para que transformem o cotidiano escolar em um espaço onde o afeto, a ciência e a infância caminhem juntos.
Esta oficina pedagógica propõe a reflexão e a construção de estratégias práticas para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Com base em conhecimentos da neurociência, da educação inclusiva e da análise de situações reais do cotidiano, serão abordados o comportamento como forma de comunicação, os fatores que influenciam a autorregulação e a aprendizagem, bem como estratégias de prevenção, mediação e manejo pedagógico. Por meio de vivências, estudo de casos e elaboração coletiva de soluções, os participantes serão convidados a fortalecer práticas que favoreçam a participação, a aprendizagem e o pertencimento de todos os estudantes.
Oficina voltada ao aprofundamento do conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), contemplando o estudo de seus princípios, diretrizes e pontos de verificação. Propõe momentos teórico-práticos, nos quais os participantes serão convidados a analisar e replanejar seus próprios planos de aula à luz do DUA, por meio de atividades colaborativas e lúdicas.
Por meio de ferramentas práticas, exemplos reais e estratégias de aplicação imediata, a oficina apresentará recursos para fortalecer a parceria entre escola e família, ampliando as oportunidades de aprendizagem e promovendo uma educação mais inclusiva, significativa e alinhada às necessidades dos estudantes do século XXI. Serão compartilhadas ações concretas para transformar experiências do cotidiano em oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem.
Oficina voltada à experimentação de estratégias práticas para o ensino da linguagem para a Educação Infantil. Serão exploradas propostas de exercícios do Método das Boquinhas que estimulam a linguagem de crianças de 3 a 6 anos que farão toda a diferença no momento da aquisição da fluência leitora. Os participantes viverão atividades que favorecem o desenvolvimento dessas habilidades de forma lúdica e prazerosa com jogos e brincadeiras.
Durante muito tempo, o erro em Matemática foi tratado apenas como sinal de fracasso, falta de atenção ou incapacidade do estudante. Entretanto, estudos da Educação Matemática, da Psicologia Cognitiva e da Neurociência mostram que o erro pode revelar hipóteses, estratégias e modos de pensar construídos pelos alunos. Nesta oficina, o erro será explorado como uma ferramenta pedagógica potente para investigar o pensamento do estudante, planejar intervenções e favorecer aprendizagens significativas. A proposta busca apoiar o professor na análise das produções dos estudantes, na compreensão das lógicas presentes nos erros e na construção de práticas que transformem o erro em oportunidade de reflexão, diálogo e avanço conceitual.
Desenvolvimento da consciência fonológica como habilidade essencial para a alfabetização, com foco em práticas pedagógicas intencionais no ciclo de alfabetização.
Desenvolver, junto aos professores, a compreensão da consciência fonológica como base para a aprendizagem da leitura e escrita, apresentando estratégias práticas, simples e aplicáveis que possam ser incorporadas ao cotidiano da sala de aula, promovendo avanços significativos no processo de alfabetização.
A formação tem como objetivo desenvolver atividades práticas que permitam ao docente refletir sobre como se dá o processo de compreensão de como a Produção Textual e Análise Linguística se articulam nos processos de alfabetização e consolidação da escrita/ alinhados à BNCC (1º ao 3º anos e 4º e 5º anos).
Ensinar Ciências nos Anos Iniciais continua sendo um dos grandes desafios da educação contemporânea.Embora as crianças sejam naturalmente curiosas, muitos professores enfrentam dificuldades para transformar essa curiosidade em experiências significativas de aprendizagem. Questões como falta de materiais, insegurança na realização de atividades práticas, escassez de tempo para planejamento e dificuldade em conectar teoria e prática fazem parte da realidade de muitas escolas. Ao mesmo tempo, a Base Nacional Comum Curricular reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à investigação, argumentação, resolução de problemas, criatividade e pensamento crítico. Diante desse cenário, torna-se fundamental discutir caminhos possíveis para tornar o ensino de Ciências mais acessível, envolvente e conectado à realidade dos estudantes. Este workshop propõe uma reflexão prática sobre como despertar o interesse das crianças pela investigação científica, utilizando recursos simples, estratégias participativas e metodologias que valorizam a curiosidade como ponto de partida para a construção do conhecimento.
A oficina propõe uma reflexão sobre como as experiências afetivas na relação com seu cuidador principal (professor) nos primeiros anos de vida vão influenciar o desenvolvimento cerebral, emocional e cognitivo da criança. Articulando contribuições da neurociência e da psicanálise, serão discutidos temas como vínculo, segurança emocional, interação e aprendizagem. O encontro busca ampliar o olhar sobre o bebê como sujeito ativo de seu desenvolvimento, destacando a importância das relações na constituição da subjetividade e na construção do aprendizado, que serão a base de toda sua vida.
O universo da Literatura Infantil. Autores e ilustradores. As crianças e os livros: aproximações. Exercícios de escrita criativa. Leituras e feedbacks. Você vai ampliar o seu conhecimento e o seu olhar sobre o universo da literatura destinada às crianças e, claro, aprimorar suas habilidades de escrita. Ao final da formação, a ideia é que você esteja cheio de ideias para serem transformadas em histórias.
Em constante interação com os professores, a formadora conduzirá uma breve discussão teórico-metodológica sobre alfabetização, letramento, gêneros textuais e produção de texto. Em seguida, serão apresentadas e discutidas práticas de ensino que contribuem para a formação de alunos escritores, evidenciando como a escrita autêntica fortalece os vínculos entre os sujeitos e potencializa a aprendizagem significativa. Essas práticas são embasadas em análises de gêneros textuais que possibilitam o desenvolvimento de capacidades necessárias à produção textual nos Anos Iniciais
Oficina voltada à experimentação de ferramentas de Inteligência Artificial generativa aplicadas ao contexto educacional. Serão exploradas práticas como elaboração de prompts pedagógicos, criação de planos de aula assistida por IA, produção de materiais didáticos personalizados, avaliação formativa e estratégias para estimular o pensamento crítico dos estudantes diante das tecnologias emergentes. Os participantes vivenciarão atividades práticas com ferramentas gratuitas, refletindo sobre usos éticos, autoria e mediação docente. A oficina também abordará adaptações para diferentes etapas da Educação Básica, considerando a diversidade de contextos escolares e a necessidade de formação contínua frente às transformações digitais na educação.
A oficina abordará os desafios da formação docente em contextos de intensificação digital, fragmentação de recursos e crescente pressão por inovação com impacto efetivo na aprendizagem. Discutirá a relação entre tecnologia e pedagogia a partir de uma perspectiva sistêmica, considerando que a qualificação da prática docente exige mais do que domínio instrumental: requer visão crítica, intencionalidade metodológica e capacidade de articulação entre diferentes dimensões do ecossistema educacional contemporâneo. Serão explorados temas como a organização da aprendizagem em ambientes digitais, a promoção de acessibilidade e inclusão, a mediação pedagógica por conteúdos multimodais, o estímulo ao engajamento e à participação ativa, o acompanhamento de trajetórias formativas e o fortalecimento de práticas orientadas pela ética e pela integridade acadêmica. A proposta também discutirá critérios para o desenho de ações formativas mais coerentes, contextualizadas e transferíveis para o cotidiano escolar, favorecendo o protagonismo docente e uma inovação efetivamente conectada à melhoria da experiência de ensino e aprendizagem.
Oficina voltada à reflexão sobre o papel da avaliação na promoção da aprendizagem. Serão abordados conceitos relacionados à elaboração e análise de itens, qualidade dos instrumentos avaliativos, interpretação de erros dos estudantes por meio dos distratores e uso pedagógico dos resultados. Os participantes analisarão exemplos práticos de questões, discutindo critérios de qualidade, alinhamento entre habilidades e itens e a relação entre avaliação, proficiência e tomada de decisão pedagógica. A atividade busca fortalecer o uso da avaliação como ferramenta de diagnóstico e planejamento, para além da simples atribuição de notas.
Uma oficina conduzida com profundidade e bom humor, voltada a profissionais da educação pública que querem entender o que é a inteligência artificial, ver — ao vivo — onde ela pode realmente fazer diferença na rotina das escolas e secretarias, e sair sabendo o que protege esses profissionais ao usar a tecnologia: LGPD, BNCC, Currículo Paulista, documento orientador do MEC publicado em abril de 2026 e marco regulatório brasileiro de IA. Inclui duas demonstrações ao vivo de IA generativa, mini-contextos das principais siglas e referências regulatórias e atividade prática em duplas. Linguagem acessível, sem jargão técnico, sem argumento comercial.
A oficina formativa “Da brincadeira ao algoritmo — programação desplugada na sala de aula” propõe uma experiência de sensibilização e vivência prática sobre o pensamento computacional como habilidade essencial na formação de crianças e adolescentes. Em atenção aos novos parâmetros estabelecidos pela BNCC da Computação, a formação busca ampliar a compreensão dos professores sobre a importância de desenvolver, desde os primeiros anos escolares, habilidades como raciocínio lógico, pensamento criativo, organização de ideias e resolução de problemas.
A proposta parte do entendimento de que a programação e o uso do computador são fundamentais na formação dos estudantes em uma sociedade cada vez mais digital. No entanto, antes mesmo do contato com linguagens de programação é possível desenvolver a capacidade de pensar de forma lógica, ou seja, de estruturar o pensamento. Assim, a formação insere o conceito de “programação desplugada”, uma proposta metodológica que propõe desafios de programação em contextos de sala de aula analógica (sem computadores). A oficina visa sensibilizar professores para o potencial pedagógico da programação, apresentando o modelo desplugado como etapa inicial para a inserção da computação mediada por recursos digitais no currículo escolar.
A oficina aborda a educação financeira como competência para a vida, com foco no comportamento e na relação com o dinheiro. Parte do princípio “Primeiro eu, depois eles”, incentivando o autocuidado financeiro do professor. Serão trabalhados conceitos como consumo consciente, planejamento financeiro, crenças, hábitos e diferença entre necessidades e desejos. A atividade inclui sensibilização, vivência prática e construção de estratégias para aplicação em sala de aula, promovendo reflexão, tomada de decisão e protagonismo dos participantes no desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis.
A oficina propõe uma aproximação entre a prática docente e a Cultura Maker, apresentando formas de utilizar recursos tecnológicos e atividades “mão na massa” para enriquecer o processo de ensino e aprendizagem. Serão compartilhadas experiências desenvolvidas no Laboratório Maker do IFSP Votuporanga, com exemplos de projetos, metodologias e equipamentos que podem inspirar aulas mais dinâmicas, criativas e conectadas à realidade dos estudantes.
Fortalecer as equipes de educadores no desenvolvimento da consciência emocional e comportamental coletiva, a partir dos fundamentos da neurociência, do autoconhecimento e da identificação de talentos naturais, promovendo maior alinhamento entre os profissionais, qualificação das relações interpessoais e ampliação da capacidade da equipe em mediar conflitos de forma consciente, colaborativa e assertiva, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais saudáveis, integrados e favoráveis ao desenvolvimento.
Oficina voltada à reflexão sobre a literatura infantil como ferramenta pedagógica de incentivo à leitura dos estudantes do Ensino Fundamental I. Serão abordadas práticas de incentivo e mediação da leitura, apresentando critérios para a seleção de livros infantis. Os participantes verão na prática as estratégias para tornar a leitura mais atrativa aos estudantes, compreendendo o livro como instrumento de formação de leitores e desenvolvimento da imaginação, da criatividade e do vínculo com a leitura desde a infância.
Nesta oficina, abordaremos a indisciplina escolar a partir de uma perspectiva prática e fundamentada, considerando os diversos fatores do contexto que influenciam o comportamento dos alunos. Por meio de estudos de caso baseados em situações reais, os participantes serão convidados a avaliar, refletir e propor estratégias de intervenção. Serão apresentadas estratégias aplicáveis ao cotidiano escolar, com base em evidências científicas, incluindo organização de rotinas e manejo de comportamento. O foco será apoiar o professor no desenvolvimento de ambientes mais estruturados e favorecedores da aprendizagem.
Oficina voltada à apresentação de estratégias para o desenvolvimento da linguagem na primeiríssima infância, uma proposta para aprimorar a parceria entre escola e família, visando transformar a rotina habitual em um cotidiano rico para estimulação da fala e linguagem. Os participantes vivenciaram práticas e recursos lúdicos para promover a oralidade de forma leve, afetiva e eficaz.
Oficina voltada ao desenvolvimento das habilidades preditoras da alfabetização na Educação infantil e no 1º ano do Ensino Fundamental, abordando consciência fonológica, vocabulário, conhecimento das letras, memória fonológica, princípio alfabético e velocidade de processamento. A proposta articula teoria e prática por meio exposições dialogadas, jogos, dinâmicas e recursos pedagógicos, visando fortalecer a prática docente, prevenir dificuldades de aprendizagem e contribuir para uma alfabetização mais efetiva, inclusiva e significativa.
Reflexão sobre o papel do inglês no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Discussão sobre as possibilidades de carreira ampliadas pelo domínio da língua inglesa em diferentes áreas do mercado de trabalho. Apresentação de estratégias e dinâmicas para tornar o aprendizado mais significativo, comunicativo e eficaz. Desenvolvimento da oralidade, confiança e motivação por meio de atividades práticas, interação e experiências reais de uso da língua inglesa dentro e fora do ambiente escolar. Integração entre educação, cultura, tecnologia e mercado de trabalho no processo de aprendizagem do inglês.
O objetivo da oficina é promover uma experiência interativa e estratégica com os participantes, por meio de uma dinâmica gamificada sobre tomada de decisões, comportamento social e desafios contemporâneos da educação.
A oficina propõe experiências criativas que articulam Arte e Produção Textual a partir da imaginação, da expressão e da leitura de imagens. Os participantes vivenciarão práticas de desenho, rabisco criativo, colagem, apreciação artística e criação visual como disparadoras da construção de narrativas e outras produções autorais. Fundamentada na abordagem triangular de Ana Mae Barbosa e nos princípios da aprendizagem criativa, a oficina valoriza a arte como linguagem, promovendo a sensibilidade estética, a interpretação, a autoria e o diálogo entre diferentes formas de expressão, com propostas aplicáveis aos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A curadoria de materiais é uma das etapas mais estratégicas para garantir que escolas e educadores implementem práticas verdadeiramente antirracistas no cotidiano. Esta oficina foi criada para apoiar profissionais da educação na análise, seleção e uso intencional de livros, imagens, vídeos e materiais pedagógicos, fortalecendo experiências educativas diversas, humanas e comprometidas com a equidade racial.
Ao longo de 2 horas de formação, o grupo vivenciará um percurso que articula teoria e prática, conectando marcos legais, discussões conceituais e exercícios aplicáveis ao cotidiano escolar.
A oficina visa apresentar bases teórico-práticas para o ensino da Cultura Corporal na Educação Infantil, a partir de categorias-chave para o trato com o conhecimento nessa etapa da Educação Básica. Serão abordadas as seis manifestações da Cultura Corporal – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras, Dança, Luta, Ginástica, Esporte e Práticas de Aventura – discutindo suas especificidades, potencialidades formativas e formas de ensino para crianças de 0 a 5 anos. A oficina terá duração de 2h, articulando exposição conceitual, análise de experiências práticas e vivências orientadas, com ênfase na organização do trabalho pedagógico a partir do jogo simbólico, do brincar e de um ensino desenvolvente desde a infância.
A oficina propõe a música como linguagem de vínculo e cuidado na Educação Infantil. Serão vivenciados: corpo-instrumento através da percussão corporal para acolhida, transição e despedida; repertório afetivo com cantigas da infância brasileira — acalantos, brincos e rodas — contextualizadas para cada momento da rotina; exploração sonora de objetos cotidianos e percussão miúda; relação entre música, emoção e os campos de experiência da BNCC. A prática desmistifica a ideia de 'saber cantar', devolvendo ao educador a confiança na voz como principal instrumento de afeto, escuta e pertencimento.
A oficina propõe uma vivência prática e reflexiva sobre o potencial das cantigas, brincadeiras musicais e narrativas na construção de experiências significativas para a infância. Por meio de atividades lúdicas, os participantes experimentarão recursos que favorecem a imaginação, a expressão, a escuta sensível, a interação e o desenvolvimento integral das crianças.
Conteúdos Desenvolvidos:
• A música e a narrativa como linguagens da infância.
• Cantigas tradicionais e brincadeiras cantadas.
• A contação de histórias como ferramenta de aprendizagem e encantamento.
• Recursos expressivos para narrar histórias: voz, corpo, ritmo e musicalidade.
• Integração entre música, movimento e literatura infantil.
• Vivências práticas para aplicação em contextos educativos.
• O brincar, o cantar e o contar como experiências de vínculo, afeto e aprendizagem.
A oficina aborda a inclusão escolar de alunos com autismo a partir de uma perspectiva prática e reflexiva, destacando que a verdadeira inclusão vai além da presença física na sala de aula. Inicialmente, discute-se a importância de compreender o autismo como uma forma diferente de aprender e interagir, evitando interpretações equivocadas dos comportamentos. A partir disso, são apresentados caminhos práticos para a inclusão real, como a adaptação de atividades, o uso de recursos visuais, o planejamento individualizado (PEI) e estratégias que favoreçam a participação ativa do aluno. Por fim, reforça-se o papel conjunto de professores, escola e família na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo, onde o aluno não apenas esteja presente, mas se sinta pertencente e capaz de aprender.
Nesta palestra, o público será convidado a entender o mundo através do processamento sensorial atípico e a descobrir como a música atua como uma poderosa ponte neurológica capaz não apenas de acolher, mas de revelar habilidades ocultas em crianças que frequentemente são subestimadas pelo sistema tradicional.
Fazendo um paralelo entre sua vivência e sua expertise musical, a apresentação desmistifica a diferença entre a simples integração escolar e a inclusão real, amparada pelas diretrizes da BNCC.
A formação "Musicoterapia: ludicidade, acolhimento e formação de vínculos" destaca o poder da música/musicoterapia como ferramentas de transformação humana e clínica. O evento aborda como a combinação de sons, ritmos, melodias e expressões lúdicas pode criar ambientes seguros para o desenvolvimento neuropsicomotor de pacientes na musicoterapia e dos alunos e das equipes pedagógicas dentro das escolas.
Oficina terá como objetivo mostrar a importância da utilização da régua, que vai muito além de medir. Apresentando os campos numéricos fundamentais na aprendizagem da Matemática no Ensino Fundamental.
Crianças com comportamento desafiador exigem mais do que correção: precisam de compreensão, manejo adequado e estratégias eficazes. Nesta oficina, serão abordados os principais aspectos do Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) e da desregulação emocional, auxiliando educadores a compreenderem a origem dos comportamentos opositores, diferenciar birras esperadas do desenvolvimento de sinais de alerta e reconhecer os fatores que contribuem para conflitos frequentes no ambiente escolar.
De forma prática e baseada em evidências, serão apresentadas ferramentas para mediação de crises, manejo de comportamentos desafiadores, fortalecimento da autoridade pedagógica e estabelecimento de limites firmes sem escalada de confronto. Uma oficina que integra conhecimento técnico, estratégias aplicáveis à rotina escolar e reflexões sobre o papel do educador na construção de um ambiente mais seguro, previsível e emocionalmente acolhedor.
A oficina tem como tema central a compreensão dos indicadores educacionais externos — como o Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada — com foco na aprendizagem, no desenvolvimento e na equidade educacional. Nesse contexto, faz-se necessário que gestores e professores compreendam o significado dos dados apresentados por esses indicadores, bem como sua relação com os direitos de aprendizagem e desenvolvimento previstos na Base Nacional Comum Curricular. A análise desses resultados permite identificar avanços, desafios e desigualdades, contribuindo para que a escola reflita sobre sua prática pedagógica e sobre as estratégias necessárias para garantir que todos os estudantes aprendam. A partir da leitura crítica dos indicadores, a escola amplia sua capacidade de planejar ações pedagógicas mais intencionais e efetivas, elaborando planos de intervenção e acompanhamento que favoreçam tanto a aprendizagem dos estudantes quanto o desenvolvimento profissional dos docentes. Dessa forma, os indicadores deixam de ser apenas números e passam a constituir importantes instrumentos de gestão pedagógica, monitoramento e promoção da equidade.
A oficina convida o educador a olhar para si com mais consciência, reconhecendo seus limites, emoções e o lugar que ocupa no sistema escolar. A partir da Visão Sistêmica, serão trabalhadas reflexões e vivências que ajudam a compreender como vínculos familiares influenciam comportamentos e relações na escola. Por meio de exercícios práticos e momentos de troca, os participantes poderão identificar padrões, aliviar sobrecargas emocionais e fortalecer sua postura profissional. A proposta favorece o autocuidado, a reorganização interna e o desenvolvimento de relações mais saudáveis com alunos, famílias e equipe, promovendo um ambiente escolar mais leve, respeitoso e equilibrado.
A formação propõe uma abordagem teórico-prática, por meios de rotação de oficinas, sobre os processos de leitura, imaginação, expressão artística e desenvolvimento socioemocional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), à luz dos princípios da educação inclusiva e da neurodiversidade. Partindo da perspectiva da neurodiversidade, aborda aspectos relacionados ao pensamento visual, ao processamento sensorial, à teoria da mente e às diferentes formas de interação com o mundo, valorizando as singularidades e potencialidades dos estudantes autistas. A partir dessas reflexões, serão apresentadas estratégias pedagógicas acessíveis que favorecem a participação, o engajamento e a aprendizagem significativa dos estudantes. A oficina contempla vivências multissensoriais, atividades desplugadas e experiências de mediação artística e literária inspiradas em obras da literatura infantil, demonstrando como a arte, a narrativa e a criatividade podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação, da imaginação, da autonomia e das relações interpessoais, ampliando as possibilidades de participação e pertencimento no contexto escolar. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a experienciar recursos e metodologias que promovam ambientes educacionais mais acolhedores, inclusivos, acessíveis e sensíveis às singularidades e especificidades dos estudantes com transtorno do espectro autista, fortalecendo práticas com intencionalidades pedagógicas capazes de valorizar as diferentes formas de perceber, sentir e interagir com o mundo.
Uma jornada pelas neurociências da aprendizagem por meio de estações vivenciais e experimentais. Em cada estação, os participantes serão convidados a vivenciar desafios, explorar conceitos e construir conhecimentos coletivamente, compreendendo como o cérebro desenvolve habilidades essenciais para a aprendizagem. O percurso abordará desenvolvimento infantil, memória, atenção, funções executivas, processamento sensorial, linguagem e leitura, conectando teoria, prática e evidências científicas de maneira significativa e interativa.
Oficina voltada à reflexão e experimentação de práticas pedagógicas que promovam aprendizagens significativas na Educação Infantil sem antecipação da escolarização. Serão abordadas as especificidades do desenvolvimento infantil, os riscos da escolarização precoce e o papel das interações, brincadeiras, oralidade e experiências no processo de aprendizagem. Os participantes vivenciarão situações-problema do cotidiano escolar e discutirão estratégias pedagógicas intencionais, alinhadas às necessidades da infância e aos princípios da Educação Infantil.
Esta oficina tem por finalidade instrumentalizar professores da Educação Infantil (desde o berçário) para que transformem materiais de baixo custo (sucata) em dispositivos de aprendizagem, sobretudo de habilidades matemáticas, respeitando a gênese do pensamento infantil. Para tanto, começaremos por apresentar os sete processos mentais básicos fundamentais para a aprendizagem matemática aplicados ao cotidiano escolar e vivenciar jogos e intervenções que promovam a autonomia e provoque o conflito cognitivo, que se caracteriza como a mola propulsora do desenvolvimento e da aprendizagem.
Em um momento em que a escola enfrenta desafios cada vez mais complexos, liderar pessoas exige muito mais do que conhecimento técnico e habilidades de gestão. É preciso compreender pessoas, administrar emoções, fortalecer relacionamentos e criar ambientes onde educadores e alunos possam desenvolver todo o seu potencial. Esta oficina foi especialmente desenvolvida para diretores, coordenadores e professores que desejam aprimorar sua capacidade de liderar com mais equilíbrio, confiança e inteligência emocional. A partir dos princípios da neurociência e da liderança positiva, os participantes irão compreender como o cérebro reage às pressões do cotidiano, como o estresse influencia decisões e comportamentos, e quais estratégias podem ser utilizadas para promover maior bem-estar e resultados mais sustentáveis. O encontro proporcionará uma experiência transformadora, permitindo que cada participante reconheça o impacto de suas emoções na forma de liderar, comunicar e inspirar pessoas. Ao longo da oficina, serão abordados temas como saúde emocional, gestão do estresse, segurança psicológica, comunicação positiva, reconhecimento, influência e construção de equipes mais engajadas e colaborativas. Além disso, os participantes aprenderão técnicas simples e aplicáveis para aumentar o equilíbrio emocional, melhorar a qualidade das relações e fortalecer uma cultura de confiança dentro do ambiente escolar. Mais do que uma capacitação, esta é uma oportunidade para refletir sobre o papel da liderança na educação e descobrir como pequenas mudanças de atitude podem gerar grandes transformações nas equipes, no clima organizacional e na vida das pessoas. Porque escolas extraordinárias não são construídas apenas por processos e resultados. Elas são construídas por líderes capazes de inspirar, acolher, desenvolver e transformar vidas.
Esta oficina aborda o brincar não apenas como um ato espontâneo de distração, mas como o eixo condutor do desenvolvimento infantil integral. Ao alinhar a ludicidade à intencionalidade pedagógica, o educador deixa de ser um mero espectador e passa a atuar como um designer de experiências significativas. Fundamentada nos direitos de aprendizagem da BNCC, a apresentação demonstra como o brincar planejado fortalece os vínculos afetivos, estimula a regulação socioemocional e potencializa a cognição, preparando a criança para as fases seguintes. O objetivo é instrumentalizar os professores para que transformem o cotidiano escolar em um espaço onde o afeto, a ciência e a infância caminhem juntos.
Esta oficina pedagógica propõe a reflexão e a construção de estratégias práticas para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Com base em conhecimentos da neurociência, da educação inclusiva e da análise de situações reais do cotidiano, serão abordados o comportamento como forma de comunicação, os fatores que influenciam a autorregulação e a aprendizagem, bem como estratégias de prevenção, mediação e manejo pedagógico. Por meio de vivências, estudo de casos e elaboração coletiva de soluções, os participantes serão convidados a fortalecer práticas que favoreçam a participação, a aprendizagem e o pertencimento de todos os estudantes.
Oficina voltada ao aprofundamento do conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), contemplando o estudo de seus princípios, diretrizes e pontos de verificação. Propõe momentos teórico-práticos, nos quais os participantes serão convidados a analisar e replanejar seus próprios planos de aula à luz do DUA, por meio de atividades colaborativas e lúdicas.
Por meio de ferramentas práticas, exemplos reais e estratégias de aplicação imediata, a oficina apresentará recursos para fortalecer a parceria entre escola e família, ampliando as oportunidades de aprendizagem e promovendo uma educação mais inclusiva, significativa e alinhada às necessidades dos estudantes do século XXI. Serão compartilhadas ações concretas para transformar experiências do cotidiano em oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem.
Oficina voltada à experimentação de estratégias práticas para o ensino da linguagem para a Educação Infantil. Serão exploradas propostas de exercícios do Método das Boquinhas que estimulam a linguagem de crianças de 3 a 6 anos que farão toda a diferença no momento da aquisição da fluência leitora. Os participantes viverão atividades que favorecem o desenvolvimento dessas habilidades de forma lúdica e prazerosa com jogos e brincadeiras.
Durante muito tempo, o erro em Matemática foi tratado apenas como sinal de fracasso, falta de atenção ou incapacidade do estudante. Entretanto, estudos da Educação Matemática, da Psicologia Cognitiva e da Neurociência mostram que o erro pode revelar hipóteses, estratégias e modos de pensar construídos pelos alunos. Nesta oficina, o erro será explorado como uma ferramenta pedagógica potente para investigar o pensamento do estudante, planejar intervenções e favorecer aprendizagens significativas. A proposta busca apoiar o professor na análise das produções dos estudantes, na compreensão das lógicas presentes nos erros e na construção de práticas que transformem o erro em oportunidade de reflexão, diálogo e avanço conceitual.
Desenvolvimento da consciência fonológica como habilidade essencial para a alfabetização, com foco em práticas pedagógicas intencionais no ciclo de alfabetização.
Desenvolver, junto aos professores, a compreensão da consciência fonológica como base para a aprendizagem da leitura e escrita, apresentando estratégias práticas, simples e aplicáveis que possam ser incorporadas ao cotidiano da sala de aula, promovendo avanços significativos no processo de alfabetização.
A formação tem como objetivo desenvolver atividades práticas que permitam ao docente refletir sobre como se dá o processo de compreensão de como a Produção Textual e Análise Linguística se articulam nos processos de alfabetização e consolidação da escrita/ alinhados à BNCC (1º ao 3º anos e 4º e 5º anos).
Ensinar Ciências nos Anos Iniciais continua sendo um dos grandes desafios da educação contemporânea.Embora as crianças sejam naturalmente curiosas, muitos professores enfrentam dificuldades para transformar essa curiosidade em experiências significativas de aprendizagem. Questões como falta de materiais, insegurança na realização de atividades práticas, escassez de tempo para planejamento e dificuldade em conectar teoria e prática fazem parte da realidade de muitas escolas. Ao mesmo tempo, a Base Nacional Comum Curricular reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à investigação, argumentação, resolução de problemas, criatividade e pensamento crítico. Diante desse cenário, torna-se fundamental discutir caminhos possíveis para tornar o ensino de Ciências mais acessível, envolvente e conectado à realidade dos estudantes. Este workshop propõe uma reflexão prática sobre como despertar o interesse das crianças pela investigação científica, utilizando recursos simples, estratégias participativas e metodologias que valorizam a curiosidade como ponto de partida para a construção do conhecimento.
A oficina propõe uma reflexão sobre como as experiências afetivas na relação com seu cuidador principal (professor) nos primeiros anos de vida vão influenciar o desenvolvimento cerebral, emocional e cognitivo da criança. Articulando contribuições da neurociência e da psicanálise, serão discutidos temas como vínculo, segurança emocional, interação e aprendizagem. O encontro busca ampliar o olhar sobre o bebê como sujeito ativo de seu desenvolvimento, destacando a importância das relações na constituição da subjetividade e na construção do aprendizado, que serão a base de toda sua vida.
O universo da Literatura Infantil. Autores e ilustradores. As crianças e os livros: aproximações. Exercícios de escrita criativa. Leituras e feedbacks. Você vai ampliar o seu conhecimento e o seu olhar sobre o universo da literatura destinada às crianças e, claro, aprimorar suas habilidades de escrita. Ao final da formação, a ideia é que você esteja cheio de ideias para serem transformadas em histórias.
Em constante interação com os professores, a formadora conduzirá uma breve discussão teórico-metodológica sobre alfabetização, letramento, gêneros textuais e produção de texto. Em seguida, serão apresentadas e discutidas práticas de ensino que contribuem para a formação de alunos escritores, evidenciando como a escrita autêntica fortalece os vínculos entre os sujeitos e potencializa a aprendizagem significativa. Essas práticas são embasadas em análises de gêneros textuais que possibilitam o desenvolvimento de capacidades necessárias à produção textual nos Anos Iniciais
Oficina voltada à experimentação de ferramentas de Inteligência Artificial generativa aplicadas ao contexto educacional. Serão exploradas práticas como elaboração de prompts pedagógicos, criação de planos de aula assistida por IA, produção de materiais didáticos personalizados, avaliação formativa e estratégias para estimular o pensamento crítico dos estudantes diante das tecnologias emergentes. Os participantes vivenciarão atividades práticas com ferramentas gratuitas, refletindo sobre usos éticos, autoria e mediação docente. A oficina também abordará adaptações para diferentes etapas da Educação Básica, considerando a diversidade de contextos escolares e a necessidade de formação contínua frente às transformações digitais na educação.
A oficina abordará os desafios da formação docente em contextos de intensificação digital, fragmentação de recursos e crescente pressão por inovação com impacto efetivo na aprendizagem. Discutirá a relação entre tecnologia e pedagogia a partir de uma perspectiva sistêmica, considerando que a qualificação da prática docente exige mais do que domínio instrumental: requer visão crítica, intencionalidade metodológica e capacidade de articulação entre diferentes dimensões do ecossistema educacional contemporâneo. Serão explorados temas como a organização da aprendizagem em ambientes digitais, a promoção de acessibilidade e inclusão, a mediação pedagógica por conteúdos multimodais, o estímulo ao engajamento e à participação ativa, o acompanhamento de trajetórias formativas e o fortalecimento de práticas orientadas pela ética e pela integridade acadêmica. A proposta também discutirá critérios para o desenho de ações formativas mais coerentes, contextualizadas e transferíveis para o cotidiano escolar, favorecendo o protagonismo docente e uma inovação efetivamente conectada à melhoria da experiência de ensino e aprendizagem.
Oficina voltada à reflexão sobre o papel da avaliação na promoção da aprendizagem. Serão abordados conceitos relacionados à elaboração e análise de itens, qualidade dos instrumentos avaliativos, interpretação de erros dos estudantes por meio dos distratores e uso pedagógico dos resultados. Os participantes analisarão exemplos práticos de questões, discutindo critérios de qualidade, alinhamento entre habilidades e itens e a relação entre avaliação, proficiência e tomada de decisão pedagógica. A atividade busca fortalecer o uso da avaliação como ferramenta de diagnóstico e planejamento, para além da simples atribuição de notas.
Uma oficina conduzida com profundidade e bom humor, voltada a profissionais da educação pública que querem entender o que é a inteligência artificial, ver — ao vivo — onde ela pode realmente fazer diferença na rotina das escolas e secretarias, e sair sabendo o que protege esses profissionais ao usar a tecnologia: LGPD, BNCC, Currículo Paulista, documento orientador do MEC publicado em abril de 2026 e marco regulatório brasileiro de IA. Inclui duas demonstrações ao vivo de IA generativa, mini-contextos das principais siglas e referências regulatórias e atividade prática em duplas. Linguagem acessível, sem jargão técnico, sem argumento comercial.
A oficina formativa “Da brincadeira ao algoritmo — programação desplugada na sala de aula” propõe uma experiência de sensibilização e vivência prática sobre o pensamento computacional como habilidade essencial na formação de crianças e adolescentes. Em atenção aos novos parâmetros estabelecidos pela BNCC da Computação, a formação busca ampliar a compreensão dos professores sobre a importância de desenvolver, desde os primeiros anos escolares, habilidades como raciocínio lógico, pensamento criativo, organização de ideias e resolução de problemas.
A proposta parte do entendimento de que a programação e o uso do computador são fundamentais na formação dos estudantes em uma sociedade cada vez mais digital. No entanto, antes mesmo do contato com linguagens de programação é possível desenvolver a capacidade de pensar de forma lógica, ou seja, de estruturar o pensamento. Assim, a formação insere o conceito de “programação desplugada”, uma proposta metodológica que propõe desafios de programação em contextos de sala de aula analógica (sem computadores). A oficina visa sensibilizar professores para o potencial pedagógico da programação, apresentando o modelo desplugado como etapa inicial para a inserção da computação mediada por recursos digitais no currículo escolar.
A oficina aborda a educação financeira como competência para a vida, com foco no comportamento e na relação com o dinheiro. Parte do princípio “Primeiro eu, depois eles”, incentivando o autocuidado financeiro do professor. Serão trabalhados conceitos como consumo consciente, planejamento financeiro, crenças, hábitos e diferença entre necessidades e desejos. A atividade inclui sensibilização, vivência prática e construção de estratégias para aplicação em sala de aula, promovendo reflexão, tomada de decisão e protagonismo dos participantes no desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis.
A oficina propõe uma aproximação entre a prática docente e a Cultura Maker, apresentando formas de utilizar recursos tecnológicos e atividades “mão na massa” para enriquecer o processo de ensino e aprendizagem. Serão compartilhadas experiências desenvolvidas no Laboratório Maker do IFSP Votuporanga, com exemplos de projetos, metodologias e equipamentos que podem inspirar aulas mais dinâmicas, criativas e conectadas à realidade dos estudantes.
Fortalecer as equipes de educadores no desenvolvimento da consciência emocional e comportamental coletiva, a partir dos fundamentos da neurociência, do autoconhecimento e da identificação de talentos naturais, promovendo maior alinhamento entre os profissionais, qualificação das relações interpessoais e ampliação da capacidade da equipe em mediar conflitos de forma consciente, colaborativa e assertiva, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais saudáveis, integrados e favoráveis ao desenvolvimento.
Oficina voltada à reflexão sobre a literatura infantil como ferramenta pedagógica de incentivo à leitura dos estudantes do Ensino Fundamental I. Serão abordadas práticas de incentivo e mediação da leitura, apresentando critérios para a seleção de livros infantis. Os participantes verão na prática as estratégias para tornar a leitura mais atrativa aos estudantes, compreendendo o livro como instrumento de formação de leitores e desenvolvimento da imaginação, da criatividade e do vínculo com a leitura desde a infância.
Nesta oficina, abordaremos a indisciplina escolar a partir de uma perspectiva prática e fundamentada, considerando os diversos fatores do contexto que influenciam o comportamento dos alunos. Por meio de estudos de caso baseados em situações reais, os participantes serão convidados a avaliar, refletir e propor estratégias de intervenção. Serão apresentadas estratégias aplicáveis ao cotidiano escolar, com base em evidências científicas, incluindo organização de rotinas e manejo de comportamento. O foco será apoiar o professor no desenvolvimento de ambientes mais estruturados e favorecedores da aprendizagem.
Oficina voltada à apresentação de estratégias para o desenvolvimento da linguagem na primeiríssima infância, uma proposta para aprimorar a parceria entre escola e família, visando transformar a rotina habitual em um cotidiano rico para estimulação da fala e linguagem. Os participantes vivenciaram práticas e recursos lúdicos para promover a oralidade de forma leve, afetiva e eficaz.
Oficina voltada ao desenvolvimento das habilidades preditoras da alfabetização na Educação infantil e no 1º ano do Ensino Fundamental, abordando consciência fonológica, vocabulário, conhecimento das letras, memória fonológica, princípio alfabético e velocidade de processamento. A proposta articula teoria e prática por meio exposições dialogadas, jogos, dinâmicas e recursos pedagógicos, visando fortalecer a prática docente, prevenir dificuldades de aprendizagem e contribuir para uma alfabetização mais efetiva, inclusiva e significativa.
Reflexão sobre o papel do inglês no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Discussão sobre as possibilidades de carreira ampliadas pelo domínio da língua inglesa em diferentes áreas do mercado de trabalho. Apresentação de estratégias e dinâmicas para tornar o aprendizado mais significativo, comunicativo e eficaz. Desenvolvimento da oralidade, confiança e motivação por meio de atividades práticas, interação e experiências reais de uso da língua inglesa dentro e fora do ambiente escolar. Integração entre educação, cultura, tecnologia e mercado de trabalho no processo de aprendizagem do inglês.
O objetivo da oficina é promover uma experiência interativa e estratégica com os participantes, por meio de uma dinâmica gamificada sobre tomada de decisões, comportamento social e desafios contemporâneos da educação.
A oficina propõe experiências criativas que articulam Arte e Produção Textual a partir da imaginação, da expressão e da leitura de imagens. Os participantes vivenciarão práticas de desenho, rabisco criativo, colagem, apreciação artística e criação visual como disparadoras da construção de narrativas e outras produções autorais. Fundamentada na abordagem triangular de Ana Mae Barbosa e nos princípios da aprendizagem criativa, a oficina valoriza a arte como linguagem, promovendo a sensibilidade estética, a interpretação, a autoria e o diálogo entre diferentes formas de expressão, com propostas aplicáveis aos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A curadoria de materiais é uma das etapas mais estratégicas para garantir que escolas e educadores implementem práticas verdadeiramente antirracistas no cotidiano. Esta oficina foi criada para apoiar profissionais da educação na análise, seleção e uso intencional de livros, imagens, vídeos e materiais pedagógicos, fortalecendo experiências educativas diversas, humanas e comprometidas com a equidade racial.
Ao longo de 2 horas de formação, o grupo vivenciará um percurso que articula teoria e prática, conectando marcos legais, discussões conceituais e exercícios aplicáveis ao cotidiano escolar.
A oficina visa apresentar bases teórico-práticas para o ensino da Cultura Corporal na Educação Infantil, a partir de categorias-chave para o trato com o conhecimento nessa etapa da Educação Básica. Serão abordadas as seis manifestações da Cultura Corporal – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras, Dança, Luta, Ginástica, Esporte e Práticas de Aventura – discutindo suas especificidades, potencialidades formativas e formas de ensino para crianças de 0 a 5 anos. A oficina terá duração de 2h, articulando exposição conceitual, análise de experiências práticas e vivências orientadas, com ênfase na organização do trabalho pedagógico a partir do jogo simbólico, do brincar e de um ensino desenvolvente desde a infância.
A oficina propõe a música como linguagem de vínculo e cuidado na Educação Infantil. Serão vivenciados: corpo-instrumento através da percussão corporal para acolhida, transição e despedida; repertório afetivo com cantigas da infância brasileira — acalantos, brincos e rodas — contextualizadas para cada momento da rotina; exploração sonora de objetos cotidianos e percussão miúda; relação entre música, emoção e os campos de experiência da BNCC. A prática desmistifica a ideia de 'saber cantar', devolvendo ao educador a confiança na voz como principal instrumento de afeto, escuta e pertencimento.
A oficina propõe uma vivência prática e reflexiva sobre o potencial das cantigas, brincadeiras musicais e narrativas na construção de experiências significativas para a infância. Por meio de atividades lúdicas, os participantes experimentarão recursos que favorecem a imaginação, a expressão, a escuta sensível, a interação e o desenvolvimento integral das crianças.
Conteúdos Desenvolvidos:
• A música e a narrativa como linguagens da infância.
• Cantigas tradicionais e brincadeiras cantadas.
• A contação de histórias como ferramenta de aprendizagem e encantamento.
• Recursos expressivos para narrar histórias: voz, corpo, ritmo e musicalidade.
• Integração entre música, movimento e literatura infantil.
• Vivências práticas para aplicação em contextos educativos.
• O brincar, o cantar e o contar como experiências de vínculo, afeto e aprendizagem.
A oficina aborda a inclusão escolar de alunos com autismo a partir de uma perspectiva prática e reflexiva, destacando que a verdadeira inclusão vai além da presença física na sala de aula. Inicialmente, discute-se a importância de compreender o autismo como uma forma diferente de aprender e interagir, evitando interpretações equivocadas dos comportamentos. A partir disso, são apresentados caminhos práticos para a inclusão real, como a adaptação de atividades, o uso de recursos visuais, o planejamento individualizado (PEI) e estratégias que favoreçam a participação ativa do aluno. Por fim, reforça-se o papel conjunto de professores, escola e família na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo, onde o aluno não apenas esteja presente, mas se sinta pertencente e capaz de aprender.
Nesta palestra, o público será convidado a entender o mundo através do processamento sensorial atípico e a descobrir como a música atua como uma poderosa ponte neurológica capaz não apenas de acolher, mas de revelar habilidades ocultas em crianças que frequentemente são subestimadas pelo sistema tradicional.
Fazendo um paralelo entre sua vivência e sua expertise musical, a apresentação desmistifica a diferença entre a simples integração escolar e a inclusão real, amparada pelas diretrizes da BNCC.
A formação "Musicoterapia: ludicidade, acolhimento e formação de vínculos" destaca o poder da música/musicoterapia como ferramentas de transformação humana e clínica. O evento aborda como a combinação de sons, ritmos, melodias e expressões lúdicas pode criar ambientes seguros para o desenvolvimento neuropsicomotor de pacientes na musicoterapia e dos alunos e das equipes pedagógicas dentro das escolas.
Oficina terá como objetivo mostrar a importância da utilização da régua, que vai muito além de medir. Apresentando os campos numéricos fundamentais na aprendizagem da Matemática no Ensino Fundamental.
Crianças com comportamento desafiador exigem mais do que correção: precisam de compreensão, manejo adequado e estratégias eficazes. Nesta oficina, serão abordados os principais aspectos do Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) e da desregulação emocional, auxiliando educadores a compreenderem a origem dos comportamentos opositores, diferenciar birras esperadas do desenvolvimento de sinais de alerta e reconhecer os fatores que contribuem para conflitos frequentes no ambiente escolar.
De forma prática e baseada em evidências, serão apresentadas ferramentas para mediação de crises, manejo de comportamentos desafiadores, fortalecimento da autoridade pedagógica e estabelecimento de limites firmes sem escalada de confronto. Uma oficina que integra conhecimento técnico, estratégias aplicáveis à rotina escolar e reflexões sobre o papel do educador na construção de um ambiente mais seguro, previsível e emocionalmente acolhedor.
A oficina tem como tema central a compreensão dos indicadores educacionais externos — como o Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada — com foco na aprendizagem, no desenvolvimento e na equidade educacional. Nesse contexto, faz-se necessário que gestores e professores compreendam o significado dos dados apresentados por esses indicadores, bem como sua relação com os direitos de aprendizagem e desenvolvimento previstos na Base Nacional Comum Curricular. A análise desses resultados permite identificar avanços, desafios e desigualdades, contribuindo para que a escola reflita sobre sua prática pedagógica e sobre as estratégias necessárias para garantir que todos os estudantes aprendam. A partir da leitura crítica dos indicadores, a escola amplia sua capacidade de planejar ações pedagógicas mais intencionais e efetivas, elaborando planos de intervenção e acompanhamento que favoreçam tanto a aprendizagem dos estudantes quanto o desenvolvimento profissional dos docentes. Dessa forma, os indicadores deixam de ser apenas números e passam a constituir importantes instrumentos de gestão pedagógica, monitoramento e promoção da equidade.
A oficina convida o educador a olhar para si com mais consciência, reconhecendo seus limites, emoções e o lugar que ocupa no sistema escolar. A partir da Visão Sistêmica, serão trabalhadas reflexões e vivências que ajudam a compreender como vínculos familiares influenciam comportamentos e relações na escola. Por meio de exercícios práticos e momentos de troca, os participantes poderão identificar padrões, aliviar sobrecargas emocionais e fortalecer sua postura profissional. A proposta favorece o autocuidado, a reorganização interna e o desenvolvimento de relações mais saudáveis com alunos, famílias e equipe, promovendo um ambiente escolar mais leve, respeitoso e equilibrado.
A formação propõe uma abordagem teórico-prática, por meios de rotação de oficinas, sobre os processos de leitura, imaginação, expressão artística e desenvolvimento socioemocional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), à luz dos princípios da educação inclusiva e da neurodiversidade. Partindo da perspectiva da neurodiversidade, aborda aspectos relacionados ao pensamento visual, ao processamento sensorial, à teoria da mente e às diferentes formas de interação com o mundo, valorizando as singularidades e potencialidades dos estudantes autistas. A partir dessas reflexões, serão apresentadas estratégias pedagógicas acessíveis que favorecem a participação, o engajamento e a aprendizagem significativa dos estudantes. A oficina contempla vivências multissensoriais, atividades desplugadas e experiências de mediação artística e literária inspiradas em obras da literatura infantil, demonstrando como a arte, a narrativa e a criatividade podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação, da imaginação, da autonomia e das relações interpessoais, ampliando as possibilidades de participação e pertencimento no contexto escolar. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a experienciar recursos e metodologias que promovam ambientes educacionais mais acolhedores, inclusivos, acessíveis e sensíveis às singularidades e especificidades dos estudantes com transtorno do espectro autista, fortalecendo práticas com intencionalidades pedagógicas capazes de valorizar as diferentes formas de perceber, sentir e interagir com o mundo.
Uma jornada pelas neurociências da aprendizagem por meio de estações vivenciais e experimentais. Em cada estação, os participantes serão convidados a vivenciar desafios, explorar conceitos e construir conhecimentos coletivamente, compreendendo como o cérebro desenvolve habilidades essenciais para a aprendizagem. O percurso abordará desenvolvimento infantil, memória, atenção, funções executivas, processamento sensorial, linguagem e leitura, conectando teoria, prática e evidências científicas de maneira significativa e interativa.
Oficina voltada à reflexão e experimentação de práticas pedagógicas que promovam aprendizagens significativas na Educação Infantil sem antecipação da escolarização. Serão abordadas as especificidades do desenvolvimento infantil, os riscos da escolarização precoce e o papel das interações, brincadeiras, oralidade e experiências no processo de aprendizagem. Os participantes vivenciarão situações-problema do cotidiano escolar e discutirão estratégias pedagógicas intencionais, alinhadas às necessidades da infância e aos princípios da Educação Infantil.
Esta oficina tem por finalidade instrumentalizar professores da Educação Infantil (desde o berçário) para que transformem materiais de baixo custo (sucata) em dispositivos de aprendizagem, sobretudo de habilidades matemáticas, respeitando a gênese do pensamento infantil. Para tanto, começaremos por apresentar os sete processos mentais básicos fundamentais para a aprendizagem matemática aplicados ao cotidiano escolar e vivenciar jogos e intervenções que promovam a autonomia e provoque o conflito cognitivo, que se caracteriza como a mola propulsora do desenvolvimento e da aprendizagem.
Em um momento em que a escola enfrenta desafios cada vez mais complexos, liderar pessoas exige muito mais do que conhecimento técnico e habilidades de gestão. É preciso compreender pessoas, administrar emoções, fortalecer relacionamentos e criar ambientes onde educadores e alunos possam desenvolver todo o seu potencial. Esta oficina foi especialmente desenvolvida para diretores, coordenadores e professores que desejam aprimorar sua capacidade de liderar com mais equilíbrio, confiança e inteligência emocional. A partir dos princípios da neurociência e da liderança positiva, os participantes irão compreender como o cérebro reage às pressões do cotidiano, como o estresse influencia decisões e comportamentos, e quais estratégias podem ser utilizadas para promover maior bem-estar e resultados mais sustentáveis. O encontro proporcionará uma experiência transformadora, permitindo que cada participante reconheça o impacto de suas emoções na forma de liderar, comunicar e inspirar pessoas. Ao longo da oficina, serão abordados temas como saúde emocional, gestão do estresse, segurança psicológica, comunicação positiva, reconhecimento, influência e construção de equipes mais engajadas e colaborativas. Além disso, os participantes aprenderão técnicas simples e aplicáveis para aumentar o equilíbrio emocional, melhorar a qualidade das relações e fortalecer uma cultura de confiança dentro do ambiente escolar. Mais do que uma capacitação, esta é uma oportunidade para refletir sobre o papel da liderança na educação e descobrir como pequenas mudanças de atitude podem gerar grandes transformações nas equipes, no clima organizacional e na vida das pessoas. Porque escolas extraordinárias não são construídas apenas por processos e resultados. Elas são construídas por líderes capazes de inspirar, acolher, desenvolver e transformar vidas.
Esta oficina aborda o brincar não apenas como um ato espontâneo de distração, mas como o eixo condutor do desenvolvimento infantil integral. Ao alinhar a ludicidade à intencionalidade pedagógica, o educador deixa de ser um mero espectador e passa a atuar como um designer de experiências significativas. Fundamentada nos direitos de aprendizagem da BNCC, a apresentação demonstra como o brincar planejado fortalece os vínculos afetivos, estimula a regulação socioemocional e potencializa a cognição, preparando a criança para as fases seguintes. O objetivo é instrumentalizar os professores para que transformem o cotidiano escolar em um espaço onde o afeto, a ciência e a infância caminhem juntos.
Esta oficina pedagógica propõe a reflexão e a construção de estratégias práticas para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Com base em conhecimentos da neurociência, da educação inclusiva e da análise de situações reais do cotidiano, serão abordados o comportamento como forma de comunicação, os fatores que influenciam a autorregulação e a aprendizagem, bem como estratégias de prevenção, mediação e manejo pedagógico. Por meio de vivências, estudo de casos e elaboração coletiva de soluções, os participantes serão convidados a fortalecer práticas que favoreçam a participação, a aprendizagem e o pertencimento de todos os estudantes.
Oficina voltada ao aprofundamento do conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), contemplando o estudo de seus princípios, diretrizes e pontos de verificação. Propõe momentos teórico-práticos, nos quais os participantes serão convidados a analisar e replanejar seus próprios planos de aula à luz do DUA, por meio de atividades colaborativas e lúdicas.
Por meio de ferramentas práticas, exemplos reais e estratégias de aplicação imediata, a oficina apresentará recursos para fortalecer a parceria entre escola e família, ampliando as oportunidades de aprendizagem e promovendo uma educação mais inclusiva, significativa e alinhada às necessidades dos estudantes do século XXI. Serão compartilhadas ações concretas para transformar experiências do cotidiano em oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem.
Oficina voltada à experimentação de estratégias práticas para o ensino da linguagem para a Educação Infantil. Serão exploradas propostas de exercícios do Método das Boquinhas que estimulam a linguagem de crianças de 3 a 6 anos que farão toda a diferença no momento da aquisição da fluência leitora. Os participantes viverão atividades que favorecem o desenvolvimento dessas habilidades de forma lúdica e prazerosa com jogos e brincadeiras.
Durante muito tempo, o erro em Matemática foi tratado apenas como sinal de fracasso, falta de atenção ou incapacidade do estudante. Entretanto, estudos da Educação Matemática, da Psicologia Cognitiva e da Neurociência mostram que o erro pode revelar hipóteses, estratégias e modos de pensar construídos pelos alunos. Nesta oficina, o erro será explorado como uma ferramenta pedagógica potente para investigar o pensamento do estudante, planejar intervenções e favorecer aprendizagens significativas. A proposta busca apoiar o professor na análise das produções dos estudantes, na compreensão das lógicas presentes nos erros e na construção de práticas que transformem o erro em oportunidade de reflexão, diálogo e avanço conceitual.
Desenvolvimento da consciência fonológica como habilidade essencial para a alfabetização, com foco em práticas pedagógicas intencionais no ciclo de alfabetização.
Desenvolver, junto aos professores, a compreensão da consciência fonológica como base para a aprendizagem da leitura e escrita, apresentando estratégias práticas, simples e aplicáveis que possam ser incorporadas ao cotidiano da sala de aula, promovendo avanços significativos no processo de alfabetização.
A formação tem como objetivo desenvolver atividades práticas que permitam ao docente refletir sobre como se dá o processo de compreensão de como a Produção Textual e Análise Linguística se articulam nos processos de alfabetização e consolidação da escrita/ alinhados à BNCC (1º ao 3º anos e 4º e 5º anos).
Ensinar Ciências nos Anos Iniciais continua sendo um dos grandes desafios da educação contemporânea.Embora as crianças sejam naturalmente curiosas, muitos professores enfrentam dificuldades para transformar essa curiosidade em experiências significativas de aprendizagem. Questões como falta de materiais, insegurança na realização de atividades práticas, escassez de tempo para planejamento e dificuldade em conectar teoria e prática fazem parte da realidade de muitas escolas. Ao mesmo tempo, a Base Nacional Comum Curricular reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à investigação, argumentação, resolução de problemas, criatividade e pensamento crítico. Diante desse cenário, torna-se fundamental discutir caminhos possíveis para tornar o ensino de Ciências mais acessível, envolvente e conectado à realidade dos estudantes. Este workshop propõe uma reflexão prática sobre como despertar o interesse das crianças pela investigação científica, utilizando recursos simples, estratégias participativas e metodologias que valorizam a curiosidade como ponto de partida para a construção do conhecimento.
A oficina propõe uma reflexão sobre como as experiências afetivas na relação com seu cuidador principal (professor) nos primeiros anos de vida vão influenciar o desenvolvimento cerebral, emocional e cognitivo da criança. Articulando contribuições da neurociência e da psicanálise, serão discutidos temas como vínculo, segurança emocional, interação e aprendizagem. O encontro busca ampliar o olhar sobre o bebê como sujeito ativo de seu desenvolvimento, destacando a importância das relações na constituição da subjetividade e na construção do aprendizado, que serão a base de toda sua vida.
O universo da Literatura Infantil. Autores e ilustradores. As crianças e os livros: aproximações. Exercícios de escrita criativa. Leituras e feedbacks. Você vai ampliar o seu conhecimento e o seu olhar sobre o universo da literatura destinada às crianças e, claro, aprimorar suas habilidades de escrita. Ao final da formação, a ideia é que você esteja cheio de ideias para serem transformadas em histórias.
Em constante interação com os professores, a formadora conduzirá uma breve discussão teórico-metodológica sobre alfabetização, letramento, gêneros textuais e produção de texto. Em seguida, serão apresentadas e discutidas práticas de ensino que contribuem para a formação de alunos escritores, evidenciando como a escrita autêntica fortalece os vínculos entre os sujeitos e potencializa a aprendizagem significativa. Essas práticas são embasadas em análises de gêneros textuais que possibilitam o desenvolvimento de capacidades necessárias à produção textual nos Anos Iniciais
Oficina voltada à experimentação de ferramentas de Inteligência Artificial generativa aplicadas ao contexto educacional. Serão exploradas práticas como elaboração de prompts pedagógicos, criação de planos de aula assistida por IA, produção de materiais didáticos personalizados, avaliação formativa e estratégias para estimular o pensamento crítico dos estudantes diante das tecnologias emergentes. Os participantes vivenciarão atividades práticas com ferramentas gratuitas, refletindo sobre usos éticos, autoria e mediação docente. A oficina também abordará adaptações para diferentes etapas da Educação Básica, considerando a diversidade de contextos escolares e a necessidade de formação contínua frente às transformações digitais na educação.
A oficina abordará os desafios da formação docente em contextos de intensificação digital, fragmentação de recursos e crescente pressão por inovação com impacto efetivo na aprendizagem. Discutirá a relação entre tecnologia e pedagogia a partir de uma perspectiva sistêmica, considerando que a qualificação da prática docente exige mais do que domínio instrumental: requer visão crítica, intencionalidade metodológica e capacidade de articulação entre diferentes dimensões do ecossistema educacional contemporâneo. Serão explorados temas como a organização da aprendizagem em ambientes digitais, a promoção de acessibilidade e inclusão, a mediação pedagógica por conteúdos multimodais, o estímulo ao engajamento e à participação ativa, o acompanhamento de trajetórias formativas e o fortalecimento de práticas orientadas pela ética e pela integridade acadêmica. A proposta também discutirá critérios para o desenho de ações formativas mais coerentes, contextualizadas e transferíveis para o cotidiano escolar, favorecendo o protagonismo docente e uma inovação efetivamente conectada à melhoria da experiência de ensino e aprendizagem.
Oficina voltada à reflexão sobre o papel da avaliação na promoção da aprendizagem. Serão abordados conceitos relacionados à elaboração e análise de itens, qualidade dos instrumentos avaliativos, interpretação de erros dos estudantes por meio dos distratores e uso pedagógico dos resultados. Os participantes analisarão exemplos práticos de questões, discutindo critérios de qualidade, alinhamento entre habilidades e itens e a relação entre avaliação, proficiência e tomada de decisão pedagógica. A atividade busca fortalecer o uso da avaliação como ferramenta de diagnóstico e planejamento, para além da simples atribuição de notas.
Uma oficina conduzida com profundidade e bom humor, voltada a profissionais da educação pública que querem entender o que é a inteligência artificial, ver — ao vivo — onde ela pode realmente fazer diferença na rotina das escolas e secretarias, e sair sabendo o que protege esses profissionais ao usar a tecnologia: LGPD, BNCC, Currículo Paulista, documento orientador do MEC publicado em abril de 2026 e marco regulatório brasileiro de IA. Inclui duas demonstrações ao vivo de IA generativa, mini-contextos das principais siglas e referências regulatórias e atividade prática em duplas. Linguagem acessível, sem jargão técnico, sem argumento comercial.
A oficina formativa “Da brincadeira ao algoritmo — programação desplugada na sala de aula” propõe uma experiência de sensibilização e vivência prática sobre o pensamento computacional como habilidade essencial na formação de crianças e adolescentes. Em atenção aos novos parâmetros estabelecidos pela BNCC da Computação, a formação busca ampliar a compreensão dos professores sobre a importância de desenvolver, desde os primeiros anos escolares, habilidades como raciocínio lógico, pensamento criativo, organização de ideias e resolução de problemas.
A proposta parte do entendimento de que a programação e o uso do computador são fundamentais na formação dos estudantes em uma sociedade cada vez mais digital. No entanto, antes mesmo do contato com linguagens de programação é possível desenvolver a capacidade de pensar de forma lógica, ou seja, de estruturar o pensamento. Assim, a formação insere o conceito de “programação desplugada”, uma proposta metodológica que propõe desafios de programação em contextos de sala de aula analógica (sem computadores). A oficina visa sensibilizar professores para o potencial pedagógico da programação, apresentando o modelo desplugado como etapa inicial para a inserção da computação mediada por recursos digitais no currículo escolar.
A oficina aborda a educação financeira como competência para a vida, com foco no comportamento e na relação com o dinheiro. Parte do princípio “Primeiro eu, depois eles”, incentivando o autocuidado financeiro do professor. Serão trabalhados conceitos como consumo consciente, planejamento financeiro, crenças, hábitos e diferença entre necessidades e desejos. A atividade inclui sensibilização, vivência prática e construção de estratégias para aplicação em sala de aula, promovendo reflexão, tomada de decisão e protagonismo dos participantes no desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis.
A oficina propõe uma aproximação entre a prática docente e a Cultura Maker, apresentando formas de utilizar recursos tecnológicos e atividades “mão na massa” para enriquecer o processo de ensino e aprendizagem. Serão compartilhadas experiências desenvolvidas no Laboratório Maker do IFSP Votuporanga, com exemplos de projetos, metodologias e equipamentos que podem inspirar aulas mais dinâmicas, criativas e conectadas à realidade dos estudantes.
Fortalecer as equipes de educadores no desenvolvimento da consciência emocional e comportamental coletiva, a partir dos fundamentos da neurociência, do autoconhecimento e da identificação de talentos naturais, promovendo maior alinhamento entre os profissionais, qualificação das relações interpessoais e ampliação da capacidade da equipe em mediar conflitos de forma consciente, colaborativa e assertiva, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais saudáveis, integrados e favoráveis ao desenvolvimento.
Oficina voltada à reflexão sobre a literatura infantil como ferramenta pedagógica de incentivo à leitura dos estudantes do Ensino Fundamental I. Serão abordadas práticas de incentivo e mediação da leitura, apresentando critérios para a seleção de livros infantis. Os participantes verão na prática as estratégias para tornar a leitura mais atrativa aos estudantes, compreendendo o livro como instrumento de formação de leitores e desenvolvimento da imaginação, da criatividade e do vínculo com a leitura desde a infância.
Nesta oficina, abordaremos a indisciplina escolar a partir de uma perspectiva prática e fundamentada, considerando os diversos fatores do contexto que influenciam o comportamento dos alunos. Por meio de estudos de caso baseados em situações reais, os participantes serão convidados a avaliar, refletir e propor estratégias de intervenção. Serão apresentadas estratégias aplicáveis ao cotidiano escolar, com base em evidências científicas, incluindo organização de rotinas e manejo de comportamento. O foco será apoiar o professor no desenvolvimento de ambientes mais estruturados e favorecedores da aprendizagem.
Oficina voltada à apresentação de estratégias para o desenvolvimento da linguagem na primeiríssima infância, uma proposta para aprimorar a parceria entre escola e família, visando transformar a rotina habitual em um cotidiano rico para estimulação da fala e linguagem. Os participantes vivenciaram práticas e recursos lúdicos para promover a oralidade de forma leve, afetiva e eficaz.
Oficina voltada ao desenvolvimento das habilidades preditoras da alfabetização na Educação infantil e no 1º ano do Ensino Fundamental, abordando consciência fonológica, vocabulário, conhecimento das letras, memória fonológica, princípio alfabético e velocidade de processamento. A proposta articula teoria e prática por meio exposições dialogadas, jogos, dinâmicas e recursos pedagógicos, visando fortalecer a prática docente, prevenir dificuldades de aprendizagem e contribuir para uma alfabetização mais efetiva, inclusiva e significativa.
Reflexão sobre o papel do inglês no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Discussão sobre as possibilidades de carreira ampliadas pelo domínio da língua inglesa em diferentes áreas do mercado de trabalho. Apresentação de estratégias e dinâmicas para tornar o aprendizado mais significativo, comunicativo e eficaz. Desenvolvimento da oralidade, confiança e motivação por meio de atividades práticas, interação e experiências reais de uso da língua inglesa dentro e fora do ambiente escolar. Integração entre educação, cultura, tecnologia e mercado de trabalho no processo de aprendizagem do inglês.
O objetivo da oficina é promover uma experiência interativa e estratégica com os participantes, por meio de uma dinâmica gamificada sobre tomada de decisões, comportamento social e desafios contemporâneos da educação.
A oficina propõe experiências criativas que articulam Arte e Produção Textual a partir da imaginação, da expressão e da leitura de imagens. Os participantes vivenciarão práticas de desenho, rabisco criativo, colagem, apreciação artística e criação visual como disparadoras da construção de narrativas e outras produções autorais. Fundamentada na abordagem triangular de Ana Mae Barbosa e nos princípios da aprendizagem criativa, a oficina valoriza a arte como linguagem, promovendo a sensibilidade estética, a interpretação, a autoria e o diálogo entre diferentes formas de expressão, com propostas aplicáveis aos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A curadoria de materiais é uma das etapas mais estratégicas para garantir que escolas e educadores implementem práticas verdadeiramente antirracistas no cotidiano. Esta oficina foi criada para apoiar profissionais da educação na análise, seleção e uso intencional de livros, imagens, vídeos e materiais pedagógicos, fortalecendo experiências educativas diversas, humanas e comprometidas com a equidade racial.
Ao longo de 2 horas de formação, o grupo vivenciará um percurso que articula teoria e prática, conectando marcos legais, discussões conceituais e exercícios aplicáveis ao cotidiano escolar.
A oficina visa apresentar bases teórico-práticas para o ensino da Cultura Corporal na Educação Infantil, a partir de categorias-chave para o trato com o conhecimento nessa etapa da Educação Básica. Serão abordadas as seis manifestações da Cultura Corporal – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras, Dança, Luta, Ginástica, Esporte e Práticas de Aventura – discutindo suas especificidades, potencialidades formativas e formas de ensino para crianças de 0 a 5 anos. A oficina terá duração de 2h, articulando exposição conceitual, análise de experiências práticas e vivências orientadas, com ênfase na organização do trabalho pedagógico a partir do jogo simbólico, do brincar e de um ensino desenvolvente desde a infância.
A oficina propõe a música como linguagem de vínculo e cuidado na Educação Infantil. Serão vivenciados: corpo-instrumento através da percussão corporal para acolhida, transição e despedida; repertório afetivo com cantigas da infância brasileira — acalantos, brincos e rodas — contextualizadas para cada momento da rotina; exploração sonora de objetos cotidianos e percussão miúda; relação entre música, emoção e os campos de experiência da BNCC. A prática desmistifica a ideia de 'saber cantar', devolvendo ao educador a confiança na voz como principal instrumento de afeto, escuta e pertencimento.
A oficina propõe uma vivência prática e reflexiva sobre o potencial das cantigas, brincadeiras musicais e narrativas na construção de experiências significativas para a infância. Por meio de atividades lúdicas, os participantes experimentarão recursos que favorecem a imaginação, a expressão, a escuta sensível, a interação e o desenvolvimento integral das crianças.
Conteúdos Desenvolvidos:
• A música e a narrativa como linguagens da infância.
• Cantigas tradicionais e brincadeiras cantadas.
• A contação de histórias como ferramenta de aprendizagem e encantamento.
• Recursos expressivos para narrar histórias: voz, corpo, ritmo e musicalidade.
• Integração entre música, movimento e literatura infantil.
• Vivências práticas para aplicação em contextos educativos.
• O brincar, o cantar e o contar como experiências de vínculo, afeto e aprendizagem.
A oficina aborda a inclusão escolar de alunos com autismo a partir de uma perspectiva prática e reflexiva, destacando que a verdadeira inclusão vai além da presença física na sala de aula. Inicialmente, discute-se a importância de compreender o autismo como uma forma diferente de aprender e interagir, evitando interpretações equivocadas dos comportamentos. A partir disso, são apresentados caminhos práticos para a inclusão real, como a adaptação de atividades, o uso de recursos visuais, o planejamento individualizado (PEI) e estratégias que favoreçam a participação ativa do aluno. Por fim, reforça-se o papel conjunto de professores, escola e família na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo, onde o aluno não apenas esteja presente, mas se sinta pertencente e capaz de aprender.
Nesta palestra, o público será convidado a entender o mundo através do processamento sensorial atípico e a descobrir como a música atua como uma poderosa ponte neurológica capaz não apenas de acolher, mas de revelar habilidades ocultas em crianças que frequentemente são subestimadas pelo sistema tradicional.
Fazendo um paralelo entre sua vivência e sua expertise musical, a apresentação desmistifica a diferença entre a simples integração escolar e a inclusão real, amparada pelas diretrizes da BNCC.
A formação "Musicoterapia: ludicidade, acolhimento e formação de vínculos" destaca o poder da música/musicoterapia como ferramentas de transformação humana e clínica. O evento aborda como a combinação de sons, ritmos, melodias e expressões lúdicas pode criar ambientes seguros para o desenvolvimento neuropsicomotor de pacientes na musicoterapia e dos alunos e das equipes pedagógicas dentro das escolas.
Oficina terá como objetivo mostrar a importância da utilização da régua, que vai muito além de medir. Apresentando os campos numéricos fundamentais na aprendizagem da Matemática no Ensino Fundamental.
Crianças com comportamento desafiador exigem mais do que correção: precisam de compreensão, manejo adequado e estratégias eficazes. Nesta oficina, serão abordados os principais aspectos do Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) e da desregulação emocional, auxiliando educadores a compreenderem a origem dos comportamentos opositores, diferenciar birras esperadas do desenvolvimento de sinais de alerta e reconhecer os fatores que contribuem para conflitos frequentes no ambiente escolar.
De forma prática e baseada em evidências, serão apresentadas ferramentas para mediação de crises, manejo de comportamentos desafiadores, fortalecimento da autoridade pedagógica e estabelecimento de limites firmes sem escalada de confronto. Uma oficina que integra conhecimento técnico, estratégias aplicáveis à rotina escolar e reflexões sobre o papel do educador na construção de um ambiente mais seguro, previsível e emocionalmente acolhedor.
A oficina tem como tema central a compreensão dos indicadores educacionais externos — como o Sistema de Avaliação da Educação Básica, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo e o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada — com foco na aprendizagem, no desenvolvimento e na equidade educacional. Nesse contexto, faz-se necessário que gestores e professores compreendam o significado dos dados apresentados por esses indicadores, bem como sua relação com os direitos de aprendizagem e desenvolvimento previstos na Base Nacional Comum Curricular. A análise desses resultados permite identificar avanços, desafios e desigualdades, contribuindo para que a escola reflita sobre sua prática pedagógica e sobre as estratégias necessárias para garantir que todos os estudantes aprendam. A partir da leitura crítica dos indicadores, a escola amplia sua capacidade de planejar ações pedagógicas mais intencionais e efetivas, elaborando planos de intervenção e acompanhamento que favoreçam tanto a aprendizagem dos estudantes quanto o desenvolvimento profissional dos docentes. Dessa forma, os indicadores deixam de ser apenas números e passam a constituir importantes instrumentos de gestão pedagógica, monitoramento e promoção da equidade.
A oficina convida o educador a olhar para si com mais consciência, reconhecendo seus limites, emoções e o lugar que ocupa no sistema escolar. A partir da Visão Sistêmica, serão trabalhadas reflexões e vivências que ajudam a compreender como vínculos familiares influenciam comportamentos e relações na escola. Por meio de exercícios práticos e momentos de troca, os participantes poderão identificar padrões, aliviar sobrecargas emocionais e fortalecer sua postura profissional. A proposta favorece o autocuidado, a reorganização interna e o desenvolvimento de relações mais saudáveis com alunos, famílias e equipe, promovendo um ambiente escolar mais leve, respeitoso e equilibrado.
A formação propõe uma abordagem teórico-prática, por meios de rotação de oficinas, sobre os processos de leitura, imaginação, expressão artística e desenvolvimento socioemocional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), à luz dos princípios da educação inclusiva e da neurodiversidade. Partindo da perspectiva da neurodiversidade, aborda aspectos relacionados ao pensamento visual, ao processamento sensorial, à teoria da mente e às diferentes formas de interação com o mundo, valorizando as singularidades e potencialidades dos estudantes autistas. A partir dessas reflexões, serão apresentadas estratégias pedagógicas acessíveis que favorecem a participação, o engajamento e a aprendizagem significativa dos estudantes. A oficina contempla vivências multissensoriais, atividades desplugadas e experiências de mediação artística e literária inspiradas em obras da literatura infantil, demonstrando como a arte, a narrativa e a criatividade podem contribuir para o desenvolvimento da comunicação, da imaginação, da autonomia e das relações interpessoais, ampliando as possibilidades de participação e pertencimento no contexto escolar. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a experienciar recursos e metodologias que promovam ambientes educacionais mais acolhedores, inclusivos, acessíveis e sensíveis às singularidades e especificidades dos estudantes com transtorno do espectro autista, fortalecendo práticas com intencionalidades pedagógicas capazes de valorizar as diferentes formas de perceber, sentir e interagir com o mundo.
Uma jornada pelas neurociências da aprendizagem por meio de estações vivenciais e experimentais. Em cada estação, os participantes serão convidados a vivenciar desafios, explorar conceitos e construir conhecimentos coletivamente, compreendendo como o cérebro desenvolve habilidades essenciais para a aprendizagem. O percurso abordará desenvolvimento infantil, memória, atenção, funções executivas, processamento sensorial, linguagem e leitura, conectando teoria, prática e evidências científicas de maneira significativa e interativa.
Oficina voltada à reflexão e experimentação de práticas pedagógicas que promovam aprendizagens significativas na Educação Infantil sem antecipação da escolarização. Serão abordadas as especificidades do desenvolvimento infantil, os riscos da escolarização precoce e o papel das interações, brincadeiras, oralidade e experiências no processo de aprendizagem. Os participantes vivenciarão situações-problema do cotidiano escolar e discutirão estratégias pedagógicas intencionais, alinhadas às necessidades da infância e aos princípios da Educação Infantil.
Esta oficina tem por finalidade instrumentalizar professores da Educação Infantil (desde o berçário) para que transformem materiais de baixo custo (sucata) em dispositivos de aprendizagem, sobretudo de habilidades matemáticas, respeitando a gênese do pensamento infantil. Para tanto, começaremos por apresentar os sete processos mentais básicos fundamentais para a aprendizagem matemática aplicados ao cotidiano escolar e vivenciar jogos e intervenções que promovam a autonomia e provoque o conflito cognitivo, que se caracteriza como a mola propulsora do desenvolvimento e da aprendizagem.
Em um momento em que a escola enfrenta desafios cada vez mais complexos, liderar pessoas exige muito mais do que conhecimento técnico e habilidades de gestão. É preciso compreender pessoas, administrar emoções, fortalecer relacionamentos e criar ambientes onde educadores e alunos possam desenvolver todo o seu potencial. Esta oficina foi especialmente desenvolvida para diretores, coordenadores e professores que desejam aprimorar sua capacidade de liderar com mais equilíbrio, confiança e inteligência emocional. A partir dos princípios da neurociência e da liderança positiva, os participantes irão compreender como o cérebro reage às pressões do cotidiano, como o estresse influencia decisões e comportamentos, e quais estratégias podem ser utilizadas para promover maior bem-estar e resultados mais sustentáveis. O encontro proporcionará uma experiência transformadora, permitindo que cada participante reconheça o impacto de suas emoções na forma de liderar, comunicar e inspirar pessoas. Ao longo da oficina, serão abordados temas como saúde emocional, gestão do estresse, segurança psicológica, comunicação positiva, reconhecimento, influência e construção de equipes mais engajadas e colaborativas. Além disso, os participantes aprenderão técnicas simples e aplicáveis para aumentar o equilíbrio emocional, melhorar a qualidade das relações e fortalecer uma cultura de confiança dentro do ambiente escolar. Mais do que uma capacitação, esta é uma oportunidade para refletir sobre o papel da liderança na educação e descobrir como pequenas mudanças de atitude podem gerar grandes transformações nas equipes, no clima organizacional e na vida das pessoas. Porque escolas extraordinárias não são construídas apenas por processos e resultados. Elas são construídas por líderes capazes de inspirar, acolher, desenvolver e transformar vidas.
Esta oficina aborda o brincar não apenas como um ato espontâneo de distração, mas como o eixo condutor do desenvolvimento infantil integral. Ao alinhar a ludicidade à intencionalidade pedagógica, o educador deixa de ser um mero espectador e passa a atuar como um designer de experiências significativas. Fundamentada nos direitos de aprendizagem da BNCC, a apresentação demonstra como o brincar planejado fortalece os vínculos afetivos, estimula a regulação socioemocional e potencializa a cognição, preparando a criança para as fases seguintes. O objetivo é instrumentalizar os professores para que transformem o cotidiano escolar em um espaço onde o afeto, a ciência e a infância caminhem juntos.
Esta oficina pedagógica propõe a reflexão e a construção de estratégias práticas para a inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no contexto escolar. Com base em conhecimentos da neurociência, da educação inclusiva e da análise de situações reais do cotidiano, serão abordados o comportamento como forma de comunicação, os fatores que influenciam a autorregulação e a aprendizagem, bem como estratégias de prevenção, mediação e manejo pedagógico. Por meio de vivências, estudo de casos e elaboração coletiva de soluções, os participantes serão convidados a fortalecer práticas que favoreçam a participação, a aprendizagem e o pertencimento de todos os estudantes.
Oficina voltada ao aprofundamento do conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA), contemplando o estudo de seus princípios, diretrizes e pontos de verificação. Propõe momentos teórico-práticos, nos quais os participantes serão convidados a analisar e replanejar seus próprios planos de aula à luz do DUA, por meio de atividades colaborativas e lúdicas.
Por meio de ferramentas práticas, exemplos reais e estratégias de aplicação imediata, a oficina apresentará recursos para fortalecer a parceria entre escola e família, ampliando as oportunidades de aprendizagem e promovendo uma educação mais inclusiva, significativa e alinhada às necessidades dos estudantes do século XXI. Serão compartilhadas ações concretas para transformar experiências do cotidiano em oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem.
Oficina voltada à experimentação de estratégias práticas para o ensino da linguagem para a Educação Infantil. Serão exploradas propostas de exercícios do Método das Boquinhas que estimulam a linguagem de crianças de 3 a 6 anos que farão toda a diferença no momento da aquisição da fluência leitora. Os participantes viverão atividades que favorecem o desenvolvimento dessas habilidades de forma lúdica e prazerosa com jogos e brincadeiras.
Durante muito tempo, o erro em Matemática foi tratado apenas como sinal de fracasso, falta de atenção ou incapacidade do estudante. Entretanto, estudos da Educação Matemática, da Psicologia Cognitiva e da Neurociência mostram que o erro pode revelar hipóteses, estratégias e modos de pensar construídos pelos alunos. Nesta oficina, o erro será explorado como uma ferramenta pedagógica potente para investigar o pensamento do estudante, planejar intervenções e favorecer aprendizagens significativas. A proposta busca apoiar o professor na análise das produções dos estudantes, na compreensão das lógicas presentes nos erros e na construção de práticas que transformem o erro em oportunidade de reflexão, diálogo e avanço conceitual.
Desenvolvimento da consciência fonológica como habilidade essencial para a alfabetização, com foco em práticas pedagógicas intencionais no ciclo de alfabetização.
Desenvolver, junto aos professores, a compreensão da consciência fonológica como base para a aprendizagem da leitura e escrita, apresentando estratégias práticas, simples e aplicáveis que possam ser incorporadas ao cotidiano da sala de aula, promovendo avanços significativos no processo de alfabetização.
A formação tem como objetivo desenvolver atividades práticas que permitam ao docente refletir sobre como se dá o processo de compreensão de como a Produção Textual e Análise Linguística se articulam nos processos de alfabetização e consolidação da escrita/ alinhados à BNCC (1º ao 3º anos e 4º e 5º anos).
Ensinar Ciências nos Anos Iniciais continua sendo um dos grandes desafios da educação contemporânea.Embora as crianças sejam naturalmente curiosas, muitos professores enfrentam dificuldades para transformar essa curiosidade em experiências significativas de aprendizagem. Questões como falta de materiais, insegurança na realização de atividades práticas, escassez de tempo para planejamento e dificuldade em conectar teoria e prática fazem parte da realidade de muitas escolas. Ao mesmo tempo, a Base Nacional Comum Curricular reforça a necessidade de desenvolver competências relacionadas à investigação, argumentação, resolução de problemas, criatividade e pensamento crítico. Diante desse cenário, torna-se fundamental discutir caminhos possíveis para tornar o ensino de Ciências mais acessível, envolvente e conectado à realidade dos estudantes. Este workshop propõe uma reflexão prática sobre como despertar o interesse das crianças pela investigação científica, utilizando recursos simples, estratégias participativas e metodologias que valorizam a curiosidade como ponto de partida para a construção do conhecimento.
A oficina propõe uma reflexão sobre como as experiências afetivas na relação com seu cuidador principal (professor) nos primeiros anos de vida vão influenciar o desenvolvimento cerebral, emocional e cognitivo da criança. Articulando contribuições da neurociência e da psicanálise, serão discutidos temas como vínculo, segurança emocional, interação e aprendizagem. O encontro busca ampliar o olhar sobre o bebê como sujeito ativo de seu desenvolvimento, destacando a importância das relações na constituição da subjetividade e na construção do aprendizado, que serão a base de toda sua vida.
O universo da Literatura Infantil. Autores e ilustradores. As crianças e os livros: aproximações. Exercícios de escrita criativa. Leituras e feedbacks. Você vai ampliar o seu conhecimento e o seu olhar sobre o universo da literatura destinada às crianças e, claro, aprimorar suas habilidades de escrita. Ao final da formação, a ideia é que você esteja cheio de ideias para serem transformadas em histórias.
Em constante interação com os professores, a formadora conduzirá uma breve discussão teórico-metodológica sobre alfabetização, letramento, gêneros textuais e produção de texto. Em seguida, serão apresentadas e discutidas práticas de ensino que contribuem para a formação de alunos escritores, evidenciando como a escrita autêntica fortalece os vínculos entre os sujeitos e potencializa a aprendizagem significativa. Essas práticas são embasadas em análises de gêneros textuais que possibilitam o desenvolvimento de capacidades necessárias à produção textual nos Anos Iniciais
Oficina voltada à experimentação de ferramentas de Inteligência Artificial generativa aplicadas ao contexto educacional. Serão exploradas práticas como elaboração de prompts pedagógicos, criação de planos de aula assistida por IA, produção de materiais didáticos personalizados, avaliação formativa e estratégias para estimular o pensamento crítico dos estudantes diante das tecnologias emergentes. Os participantes vivenciarão atividades práticas com ferramentas gratuitas, refletindo sobre usos éticos, autoria e mediação docente. A oficina também abordará adaptações para diferentes etapas da Educação Básica, considerando a diversidade de contextos escolares e a necessidade de formação contínua frente às transformações digitais na educação.
A oficina abordará os desafios da formação docente em contextos de intensificação digital, fragmentação de recursos e crescente pressão por inovação com impacto efetivo na aprendizagem. Discutirá a relação entre tecnologia e pedagogia a partir de uma perspectiva sistêmica, considerando que a qualificação da prática docente exige mais do que domínio instrumental: requer visão crítica, intencionalidade metodológica e capacidade de articulação entre diferentes dimensões do ecossistema educacional contemporâneo. Serão explorados temas como a organização da aprendizagem em ambientes digitais, a promoção de acessibilidade e inclusão, a mediação pedagógica por conteúdos multimodais, o estímulo ao engajamento e à participação ativa, o acompanhamento de trajetórias formativas e o fortalecimento de práticas orientadas pela ética e pela integridade acadêmica. A proposta também discutirá critérios para o desenho de ações formativas mais coerentes, contextualizadas e transferíveis para o cotidiano escolar, favorecendo o protagonismo docente e uma inovação efetivamente conectada à melhoria da experiência de ensino e aprendizagem.
Oficina voltada à reflexão sobre o papel da avaliação na promoção da aprendizagem. Serão abordados conceitos relacionados à elaboração e análise de itens, qualidade dos instrumentos avaliativos, interpretação de erros dos estudantes por meio dos distratores e uso pedagógico dos resultados. Os participantes analisarão exemplos práticos de questões, discutindo critérios de qualidade, alinhamento entre habilidades e itens e a relação entre avaliação, proficiência e tomada de decisão pedagógica. A atividade busca fortalecer o uso da avaliação como ferramenta de diagnóstico e planejamento, para além da simples atribuição de notas.
Uma oficina conduzida com profundidade e bom humor, voltada a profissionais da educação pública que querem entender o que é a inteligência artificial, ver — ao vivo — onde ela pode realmente fazer diferença na rotina das escolas e secretarias, e sair sabendo o que protege esses profissionais ao usar a tecnologia: LGPD, BNCC, Currículo Paulista, documento orientador do MEC publicado em abril de 2026 e marco regulatório brasileiro de IA. Inclui duas demonstrações ao vivo de IA generativa, mini-contextos das principais siglas e referências regulatórias e atividade prática em duplas. Linguagem acessível, sem jargão técnico, sem argumento comercial.
A oficina formativa “Da brincadeira ao algoritmo — programação desplugada na sala de aula” propõe uma experiência de sensibilização e vivência prática sobre o pensamento computacional como habilidade essencial na formação de crianças e adolescentes. Em atenção aos novos parâmetros estabelecidos pela BNCC da Computação, a formação busca ampliar a compreensão dos professores sobre a importância de desenvolver, desde os primeiros anos escolares, habilidades como raciocínio lógico, pensamento criativo, organização de ideias e resolução de problemas.
A proposta parte do entendimento de que a programação e o uso do computador são fundamentais na formação dos estudantes em uma sociedade cada vez mais digital. No entanto, antes mesmo do contato com linguagens de programação é possível desenvolver a capacidade de pensar de forma lógica, ou seja, de estruturar o pensamento. Assim, a formação insere o conceito de “programação desplugada”, uma proposta metodológica que propõe desafios de programação em contextos de sala de aula analógica (sem computadores). A oficina visa sensibilizar professores para o potencial pedagógico da programação, apresentando o modelo desplugado como etapa inicial para a inserção da computação mediada por recursos digitais no currículo escolar.
A oficina aborda a educação financeira como competência para a vida, com foco no comportamento e na relação com o dinheiro. Parte do princípio “Primeiro eu, depois eles”, incentivando o autocuidado financeiro do professor. Serão trabalhados conceitos como consumo consciente, planejamento financeiro, crenças, hábitos e diferença entre necessidades e desejos. A atividade inclui sensibilização, vivência prática e construção de estratégias para aplicação em sala de aula, promovendo reflexão, tomada de decisão e protagonismo dos participantes no desenvolvimento de hábitos financeiros saudáveis.
A oficina propõe uma aproximação entre a prática docente e a Cultura Maker, apresentando formas de utilizar recursos tecnológicos e atividades “mão na massa” para enriquecer o processo de ensino e aprendizagem. Serão compartilhadas experiências desenvolvidas no Laboratório Maker do IFSP Votuporanga, com exemplos de projetos, metodologias e equipamentos que podem inspirar aulas mais dinâmicas, criativas e conectadas à realidade dos estudantes.
Fortalecer as equipes de educadores no desenvolvimento da consciência emocional e comportamental coletiva, a partir dos fundamentos da neurociência, do autoconhecimento e da identificação de talentos naturais, promovendo maior alinhamento entre os profissionais, qualificação das relações interpessoais e ampliação da capacidade da equipe em mediar conflitos de forma consciente, colaborativa e assertiva, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais saudáveis, integrados e favoráveis ao desenvolvimento.
Oficina voltada à reflexão sobre a literatura infantil como ferramenta pedagógica de incentivo à leitura dos estudantes do Ensino Fundamental I. Serão abordadas práticas de incentivo e mediação da leitura, apresentando critérios para a seleção de livros infantis. Os participantes verão na prática as estratégias para tornar a leitura mais atrativa aos estudantes, compreendendo o livro como instrumento de formação de leitores e desenvolvimento da imaginação, da criatividade e do vínculo com a leitura desde a infância.
Nesta oficina, abordaremos a indisciplina escolar a partir de uma perspectiva prática e fundamentada, considerando os diversos fatores do contexto que influenciam o comportamento dos alunos. Por meio de estudos de caso baseados em situações reais, os participantes serão convidados a avaliar, refletir e propor estratégias de intervenção. Serão apresentadas estratégias aplicáveis ao cotidiano escolar, com base em evidências científicas, incluindo organização de rotinas e manejo de comportamento. O foco será apoiar o professor no desenvolvimento de ambientes mais estruturados e favorecedores da aprendizagem.
Oficina voltada à apresentação de estratégias para o desenvolvimento da linguagem na primeiríssima infância, uma proposta para aprimorar a parceria entre escola e família, visando transformar a rotina habitual em um cotidiano rico para estimulação da fala e linguagem. Os participantes vivenciaram práticas e recursos lúdicos para promover a oralidade de forma leve, afetiva e eficaz.
Oficina voltada ao desenvolvimento das habilidades preditoras da alfabetização na Educação infantil e no 1º ano do Ensino Fundamental, abordando consciência fonológica, vocabulário, conhecimento das letras, memória fonológica, princípio alfabético e velocidade de processamento. A proposta articula teoria e prática por meio exposições dialogadas, jogos, dinâmicas e recursos pedagógicos, visando fortalecer a prática docente, prevenir dificuldades de aprendizagem e contribuir para uma alfabetização mais efetiva, inclusiva e significativa.
Reflexão sobre o papel do inglês no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Discussão sobre as possibilidades de carreira ampliadas pelo domínio da língua inglesa em diferentes áreas do mercado de trabalho. Apresentação de estratégias e dinâmicas para tornar o aprendizado mais significativo, comunicativo e eficaz. Desenvolvimento da oralidade, confiança e motivação por meio de atividades práticas, interação e experiências reais de uso da língua inglesa dentro e fora do ambiente escolar. Integração entre educação, cultura, tecnologia e mercado de trabalho no processo de aprendizagem do inglês.
O objetivo da oficina é promover uma experiência interativa e estratégica com os participantes, por meio de uma dinâmica gamificada sobre tomada de decisões, comportamento social e desafios contemporâneos da educação.
A oficina propõe experiências criativas que articulam Arte e Produção Textual a partir da imaginação, da expressão e da leitura de imagens. Os participantes vivenciarão práticas de desenho, rabisco criativo, colagem, apreciação artística e criação visual como disparadoras da construção de narrativas e outras produções autorais. Fundamentada na abordagem triangular de Ana Mae Barbosa e nos princípios da aprendizagem criativa, a oficina valoriza a arte como linguagem, promovendo a sensibilidade estética, a interpretação, a autoria e o diálogo entre diferentes formas de expressão, com propostas aplicáveis aos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A curadoria de materiais é uma das etapas mais estratégicas para garantir que escolas e educadores implementem práticas verdadeiramente antirracistas no cotidiano. Esta oficina foi criada para apoiar profissionais da educação na análise, seleção e uso intencional de livros, imagens, vídeos e materiais pedagógicos, fortalecendo experiências educativas diversas, humanas e comprometidas com a equidade racial.
Ao longo de 2 horas de formação, o grupo vivenciará um percurso que articula teoria e prática, conectando marcos legais, discussões conceituais e exercícios aplicáveis ao cotidiano escolar.
A oficina visa apresentar bases teórico-práticas para o ensino da Cultura Corporal na Educação Infantil, a partir de categorias-chave para o trato com o conhecimento nessa etapa da Educação Básica. Serão abordadas as seis manifestações da Cultura Corporal – Jogos, Brinquedos e Brincadeiras, Dança, Luta, Ginástica, Esporte e Práticas de Aventura – discutindo suas especificidades, potencialidades formativas e formas de ensino para crianças de 0 a 5 anos. A oficina terá duração de 2h, articulando exposição conceitual, análise de experiências práticas e vivências orientadas, com ênfase na organização do trabalho pedagógico a partir do jogo simbólico, do brincar e de um ensino desenvolvente desde a infância.
A oficina propõe a música como linguagem de vínculo e cuidado na Educação Infantil. Serão vivenciados: corpo-instrumento através da percussão corporal para acolhida, transição e despedida; repertório afetivo com cantigas da infância brasileira — acalantos, brincos e rodas — contextualizadas para cada momento da rotina; exploração sonora de objetos cotidianos e percussão miúda; relação entre música, emoção e os campos de experiência da BNCC. A prática desmistifica a ideia de 'saber cantar', devolvendo ao educador a confiança na voz como principal instrumento de afeto, escuta e pertencimento.
A oficina propõe uma vivência prática e reflexiva sobre o potencial das cantigas, brincadeiras musicais e narrativas na construção de experiências significativas para a infância. Por meio de atividades lúdicas, os participantes experimentarão recursos que favorecem a imaginação, a expressão, a escuta sensível, a interação e o desenvolvimento integral das crianças.
Conteúdos Desenvolvidos:
• A música e a narrativa como linguagens da infância.
• Cantigas tradicionais e brincadeiras cantadas.
• A contação de histórias como ferramenta de aprendizagem e encantamento.
• Recursos expressivos para narrar histórias: voz, corpo, ritmo e musicalidade.
• Integração entre música, movimento e literatura infantil.
• Vivências práticas para aplicação em contextos educativos.
• O brincar, o cantar e o contar como experiências de vínculo, afeto e aprendizagem.
A oficina aborda a inclusão escolar de alunos com autismo a partir de uma perspectiva prática e reflexiva, destacando que a verdadeira inclusão vai além da presença física na sala de aula. Inicialmente, discute-se a importância de compreender o autismo como uma forma diferente de aprender e interagir, evitando interpretações equivocadas dos comportamentos. A partir disso, são apresentados caminhos práticos para a inclusão real, como a adaptação de atividades, o uso de recursos visuais, o planejamento individualizado (PEI) e estratégias que favoreçam a participação ativa do aluno. Por fim, reforça-se o papel conjunto de professores, escola e família na construção de um ambiente verdadeiramente inclusivo, onde o aluno não apenas esteja presente, mas se sinta pertencente e capaz de aprender.
Nesta palestra, o público será convidado a entender o mundo através do processamento sensorial atípico e a descobrir como a música atua como uma poderosa ponte neurológica capaz não apenas de acolher, mas de revelar habilidades ocultas em crianças que frequentemente são subestimadas pelo sistema tradicional.
Fazendo um paralelo entre sua vivência e sua expertise musical, a apresentação desmistifica a diferença entre a simples integração escolar e a inclusão real, amparada pelas diretrizes da BNCC.